Tragedy of Sabrie
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 [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear

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Lauracf
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Feminino Gémeos Búfalo
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MensagemAssunto: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sex Jul 01, 2011 5:20 am


Prólogo – Inexistente...
“Vazio”... – pensou. – “Vazio”... Cada vez mais...
Preciso sair daqui... Antes que o Chá Preto... Enlouqueça-Me... Preciso... Pensou a garota parecendo aflita.
-Eu quero...Acordar...
Ela estava em um infinito, sem direção, sem bússola, sem nada, apenas estava pensando, havia desmaiado, sabia que isso havia acontecido, mas não sabia o motivo, não sabia. Foi quando pareceu pouco a pouco voltar a ter consciência, acordou deitada em uma cama, ainda sonolenta pousou a mão sobre a testa, havia uma toalha molhada.
Ao lado da cama, em cima de um criado-mudo havia um copo com água e alguns doces, ela olhou em volta mais uma vez, da porta de vidro que dava à uma sacada o sol entrava agradavelmente – mas o suficientemente irritante para tirá-la de sua sonolência.
-O-onde é que eu estou...? – disse ela meio confusa.

---------------

Capítulo 1 – Caixinha de Surpresas...
-Não sei por qual razão temos que voltar aqui... Pela terceira vez, Oz. – disse Alice, com certa arrogância própria de sua personalidade.
-Alice... Eu já expliquei para você, talvez podemos ter deixado passar algo em branco por aqui... Coisas do tipo. – respondeu Oz, dando seu típico sorriso de “está tudo bem” para Alice.
-Oz, eles precisavam vir junto com a gente? – cochichou Gil para Oz, referindo-se à Break e Sharon.
-Como se atreve a falar com meu servo?! – gritou Alice parecendo irritada. – CABEÇA DE ALGA-MARINHA!!
-Ah! Coelho Idiota! – respondeu ele, ao insulto.
Os dois pareciam iniciar uma briga, ali mesmo, justamente naquele lugar. Sharon se distanciou dos dois, junto com Oz e Break. Ao passarem por alguns arbustos, uma estranha cena passou frente aos seus olhos...
-Ora, Ora... – disse Break, também chamando a atenção de Gil e Alice, que correram até onde ele estava.
-Uh... Acho que deveríamos levá-la à Mansão Rainsworth... – comentou Sharon.
-Acha que ela foi uma contratante ilegal? – perguntou Oz.
-Não sei ao certo, por incrível, parece que ela apenas “desmaiou” aqui...
-Você encontrou bastante coisas que deixamos passar, não é mesmo Oz? – ironizou Alice, com certa irritação.
O grupo levou aquela garota até a carruagem, ela ainda estava desmaiada.
♦♦♦
Ao chegarem a Mansão Rainsworth, o grupo levou aquela estranha até um quarto e lhe deram alguns cuidados específicos, como deixarem uma toalha molhada em sua testa – já que ela parecia estar com febre – e colocar umas bandagens em seus braços. Depois foram tomar chá e adormeceram.
♦♦♦
O dia amanhecia radiante, como nunca fora... O sol estava mais forte e iluminava até mesmo os lugares mais profundos das florestas mais densas...
“-Onde é que estou?”
Essa palavra fora ouvida por Sharon, Oz, Break e Alice, vinda do interior do quarto no qual deixaram a garota desmaia que haviam encontrado, Break abriu a porta rapidamente e todos entraram no aposento.
-Ah! Olá pequena desmaiada... – disse Sharon se aproximando da garota, enquanto Break, Oz e Alice sentaram em um sofá lilás que havia no aposento.
-... – ela permaneceu quieta.
-Vamos logo ao ponto crucial... – disse Sharon, com sua voz suave, Break fora até o criado-mudo, por estar lotado de doces. – Então... Diga logo... Quem é você? É uma contratante ilegal?
-Há... Dispensar apresentações é adorável... – disse a garota sentada na cama. – Mas... Tudo bem... Meu nome é Luna Bon Ventury, apenas Luna Ventury se não for um incômodo...
-Hum... – Sharon pareceu pensar. – Eu sou Sharon Rainsworth, ele é Xerxes Break, aquele ali é Oz Bezarius e ela ali é Alice.
-Alice...? – perguntou Luna, esperando um sobrenome.
-Apenas Alice. – respondeu Alice.
-Mas... Sobre sua última pergunta – referiu-se à Sharon. - Não fui uma contratante ilegal... Eu apenas...
-Apenas...? – perguntou Break.
-Apenas desmaiei naquele lugar, na verdade, nem eu mesma sei o porquê... – disse ela.
-Você está melhor? – perguntou Sharon, Luna afirmou com a cabeça. – Então creio que a senhorita gostaria de tomar chá conosco. Tem uma roupa para você no guarda-roupa.
-Apenas me deixe ficar aqui mais uns minutos... – disse ela.
-Tudo bem, vamos esperar você lá embaixo, no pátio de chá. – disse Sharon, saindo do quarto, assim como os outros.
“Que ótimo... – pensou Luna. – Ainda assim...”
♦♦♦
Alguns minutos depois – talvez menos de quinze – Luna levantou-se e foi até o guarda-roupa, viu a roupa que a esperava depois de tomar banho.
-Um vestido... – disse ela olhando com certo desprezo para a peça de roupa. – Um vestido comprido... – ela pareceu pensar. – Deve ter algo melhor aqui...
Depois de muito remexer no guarda-roupa encontrou uma roupa que classificou como “perfeita”. Logo após se vestir, saiu do quarto timidamente, já que não conhecia nada da Mansão Rainsworth. Para ela seria como estar perdida em um extenso e complicado labirinto...
Caminhando por longos e longos corredores, até parecer ter se perdido mesmo, mas encontrou uma sacada e foi até ela para ver se avistava o lugar onde os outros estavam...
-Deveria ter apenas descido as escadas... - disse uma voz vinda próxima a porta de vidro que dava à sacada...
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Minto-chan
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sex Jul 01, 2011 12:48 pm

Wa~!! Kawaii!! >w<
Se bem que te poderias ter apresentado primeiro no tópico das apresentações, mas anyways xD
Adorei! Que linda~!! Podes pôr uma descrição da Luna? ^^ Para imaginar~!

O final fez-me lembrar do Break xD
Continue~!
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sex Jul 01, 2011 7:51 pm

Continue! A História é contagiante! Merece muitos outros capítulos, não para por aí, a história está perfa! Como será a Luna? Ela esconde algum segredo? Mal posso esperar para o próximo capítulo!
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sex Jul 01, 2011 11:33 pm

Antes de mais nada, seja bem-vinda, Lauracf! Se quiser, crie um tópico lá na área de apresentações para que possamos conhecê-la e recebê-la melhor! ^^
Sobre a fic: apesar do capítulo ter sido curto, achei bem interessante. :D
A única parte que eu não entendi direito foi a cena da Luna desmaiando no começo... Aconteceu algo de anormal para que suspeitassem dela ou ela simplesmente desmaiou?
E eu também gostaria de ver uma descrição da personagem. ^^
É isso~ Estou à espera do próximo! :3
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Lauracf
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MensagemAssunto: [FanFic] Sweet Dreams Little Dear - Capítulo 2 & 3    Dom Jul 10, 2011 10:25 pm

Capítulo 2 – Dia "Quase" Normal
-Ah? – ela virou para ver quem falara com ela, era um homem vestido de branco e roxo, de alguma maneira ela adorou aquele casaco estranho, ele tinha cabelos brancos, embora não fosse velho, e, olhos vermelhos, além de carregar uma espécie de boneca no ombro. – Você é Break, certo?
Ele afirmou com a cabeça e foi até a balaustrada da sacada, com um sorriso típico.
-Mas... Também me chamam de Chapeleiro. – disse ele.
-Sua corrente é o Chapeleiro Maluco afinal? – perguntou ela com os olhos semicerrados por causa do sol, que batera forte em seu rosto.
-Exato.
-Bem, acho que eu não deveria ficar perambulando por aqui, realmente... Deveria ter só descido as escadas como você disse...
-Acho que não deve se culpar por se perder aqui na Mansão, obviamente não conhece nada por aqui, não é mesmo? – disse ele, as mangas de seu casaco pareciam grandes demais para ele.
-Certo... – disse ela. – Mas então... Você... Pode me levar até onde os outros estão? – perguntou ela logo em seguida percebendo que as mangas cinza de sua camiseta ficavam demasiadamente compridas para ela.
-Ah! Claro. Nós a levaremos até onde Sharon e os outros estão!
-Nós...? – perguntou ela confusa.
-Sim! Sim! Eu e Emily! – disse ele, apontando para a boneca em seu braço, o que fez Luna entender o que ele quis dizer.
O sol iluminou forte a sacada outra vez, revelando assim mais uma vez o vestido lilás que usava – que ficava alguns centímetros acima do joelho -, além da meia calça listrada de preto com branco e da pequena bota preta com fivelas em coloração prata. Ela ainda usava uma camiseta meio cinza com longas mangas, que era própria para se usar com aquele vestido e duas luvas sem dedo, pretas.
Depois Break entrou e caminhou por um corredor, Luna o seguiu. Enfim chegando à uma grande escadaria e descendo até o quintal onde os outros estavam tomando chá, onde foi recebida e convidada para sentar. O fim da tarde foi totalmente focado nisso, sendo que o sol se pôs e o grupo recém estava entrando na mansão, logo Oz, Alice e Gil iriam voltar para a Mansão dos Bezarius, ficariam apenas algum tempo lá, além disso, Ada devia estar passeando pela mansão.
♦♦♦
-Esse dia foi realmente cansativo... – disse Luna. – Sharon, como você não fica enjoada de tanto tomar chá? – continuou ela, observando com uma expressão de espanto Sharon ainda estar tomando chá.
Sharon apenas riu um pouco e saiu junto com Oz, Alice e Gil para levá-los até a saída da Mansão. Luna saiu por aí novamente, tudo estava em paz, na mais plena e pura paz que pudesse existir no mundo inteiro. Até que...
BOOOOOOOOM!
“-O que foi isso?! – pensou Luna, depois de ter ouvido a explosão que vinha do andar debaixo”
Ela saiu correndo pelo caminho que lembrava, até chegar as escadas, descendo-as com a maior velocidade possível, procurando não tropeçar naquela imensidão de degraus. Algum tempo depois ela havia descido e agora corria pela casa para a sala de onde vinha os ruídos – provavelmente era o Salão de Festas.
Ela entrou no local no mesmo instante que Gil e Break. Sharon, Ada, Oz e Alice estavam do outro lado do salão.
-O que está acontecendo aqui?! – perguntou Luna.
-Deve ser uma corrente...
-Uma corrente?! Aqui? Justamente aqui?! – disse Luna, enquanto todos ficavam no centro do salão, juntos.
De repente uma estranha e aparentemente poderosa corrente surgiu, parecia algo um pouco menor do que o enorme dragão que Oz já havia enfrentado durante o caos que aconteceu na cidade a algum tempo.
-Oz! Gil! – gritou Break. – Tirem-nas daqui, eu posso cuidar disso!
Oz saiu correndo junto com Alice, Gil, Sharon e Luna para um corredor próximo.
-Nós, não vamos ajudar aquele palhaço? – disse Alice.
-Se Break disse que está bem. – comentou Oz retoricamente.
-Venha logo Luna-chan! – disse Sharon.
-Espera! E-eu, preciso ajudar! Aquela garota loira não vai sair de lá?! – disse ela indignada, vendo a cena e sabendo que provavelmente Ada ficaria ferida.
-Vamos logo! – disse Sharon puxando pelo braço de Luna.
“Mesmo agora ninguém acredita em você! Ninguém acredita no que você pode fazer...” – lembrou-se Luna, de alguma parte sombria de sua memória.
Luna recuou bruscamente para trás e saiu correndo de volta ao salão, Break acabara de receber um golpe forte antes de poder usar o poder do Chapeleiro Maluco. Deixando Ada totalmente desprotegida – e ironicamente a corrente virou-se para atacá-la.
Luna correu, correu, correu... Empurrou Ada para longe, salvando as duas – mas causando-lhe arranhões nos braços e em uma das bochechas – e lhe falando para correr o mais rápido possível para longe dali, Break estava levantando, ao mesmo tempo que conseguiu usar o poder de sua corrente.
A corrente invasora parecia ter caído, parecia ter sido destruída, mas não fora, e voltou ao seu estado ofensivo novamente. Break parecia fraco, cambaleou para frente e para trás e caiu ajoelhado. Ele devia estar a uns três ou quatro metros de Luna, que correu para ajudá-lo o mais rápido possível.
-Porque ficou assim? – disse ela indignada. – Não pensei que o poder do Chapeleiro Maluco fosse tão destrutivo assim, até mesmo para o contratante...
-... – Break permaneceu quieto já que cuspira sangue outra vez.
-Ok... – disse Luna. – Fique aqui! Agora é a minha vez de mostrar o meu poder! Tudo bem Chapeleiro?
Ela se afastou de Break, e pareceu fitar justamente nos olhos da corrente. Depois pareceu se concentrar um pouco, mas sem sucesso, já que a corrente invasora havia quase lhe atacado em cheio – sendo que a garota esquivou quase que sem tempo.
-Ah! Já chega de brincadeira! – disse ela – Eu cansei disso! Corrente Imbecil! Acho que já está na hora de você aparecer... – os seus olhos ficaram praticamente da cor prata, e cintilavam como uma estrela em um céu escuro. – CHESHIRE! – gritou ela, e o Cheshire Cat apareceu, revivido de alguma forma, Break não conseguia acreditar no que estava vendo e ouvindo.
Cheshire Cat atacou aquela corrente, antes poderia ser dito que ele não possuía tanto poder, mas agora realmente parecia ter um poder semelhante ao do Chapeleiro Maluco de Break, ou ao B-Rabbit.
♦♦♦
Pouco tempo depois a corrente fora derrotada, Cheshire fora para algum lugar – sabe se lá para onde – e Break ainda permanecia ajoelhado, mas não cuspia mais sangue.
Luna foi em direção dele e o ajudou a se levantar, depois foram pelo mesmo corredor que Oz e os outros haviam saído – no entanto ela teve que auxiliá-lo a caminhar.
-Break-chan... – disse ela.
“Break-chan? – pensou ele.”
-Sei que você era um contratante ilegal e é por isso que o Chapeleiro Maluco lhe afeta tanto, mas... Se você era um contratante ilegal... – ela hesitou por um momento. – Você a conheceu não foi?
-Q-quem...? – perguntou ele com dificuldade.
-Alyss...
-... – ele preferiu não falar.
-E Alyss... – disse ela. – Alyss lhe tirou uma coisa muito importante para você e a deu para Cheshire não foi? – ela percebeu que Break não responderia. – Veja, Oz e os outros estão ali! Agora quando falarmos com eles, vou pedir algumas bandagens... – disse ela dando um sorriso, seu ferimento no rosto sangrava, assim como os do braço.


~~~~~~~~~~~

Capítulo 3 – Você Sabe Demais.
-Como v-você sabe d-disso...? – disse Break ainda com dificuldade.
-Cheshire... – respondeu Luna. – Ele me falou isso, mas não me falou o que era essa coisa importante. Afinal, você não devia tê-lo machucado tanto. Mas ele revidou, então era a única coisa a fazer. Talvez a única coisa que ele realmente queira... – os outros estavam na grande porta principal, esperando por eles. – é protegê-la... – ela referiu-se à Alice. – Não concorda?
-BREAK-CHAN! LUNA-CHAN! – gritou Oz, correndo na direção dos dois para ajudar Luna a carregar Break.
-Olá Oz-kun. – falou Break, já Luna apenas fez um simples gesto de “olá”.
Os três chegaram, finalmente, onde o resto do grupo estava. E então os dois feridos – Break e Luna – foram levados para outra sala, para terem seus ferimentos tratados. O grupo estava todo na espécie estranha de “enfermaria” da Mansão Rainsworth.
-O que aconteceu com aquele monstro? – perguntou Ada.
-A Corrente? – disse Luna. – Eu a destruí.
-Destruiu?! – perguntaram todos, exceto Break é claro.
-Com o Cheshire! – disse Luna, dando um pequeno sorriso, havia uma bandagem no seu ferimento da bochecha.
-M-mas Cheshire estava... Morto! – disse Gil.
-Nós o vimos morrer! – disse Alice indignada, deixando cair o espetinho de carne que comia. – Como ele poderia ser sua corrente se está morto?!
-Estava... – continuou Luna.
♦♦♦
Então Luna começou a lembrar-se de algo:
“Não é nem um pouco racional não saber o porquê de estar aqui, afinal, como vim parar aqui? Eu estava apenas dando um passeio por uma mansão antiga e destruída...”
Ela caminhou um pouco.
“Aquilo, lá longe, não parece ser uma pessoa normal, então, apenas pode ser uma corrente. Ah! É muito parecido com uma corrente que não necessita de contratante... Realmente parece ser... Cheshire!”
Luna correu até lá, obviamente morto, sangrando e ferido estava Cheshire, era estranho, ver uma corrente com existência independente, justamente daquele jeito.
A garota correu até o corpo morto de Cheshire. Olhou para ele por um momento.
-Tudo bem. Está tudo bem agora, porque... – seus olhos mudaram de coloração novamente, para prata. – Preparado para acordar? – ela tocou uma vez em Cheshire, e todos seus ferimentos pareceram sumir, sua cor parecia estar voltado, assim como sua vida. – Agora você é minha adorável corrente, Cheshire.
♦♦♦
-Mas o importante é que não está mais! – disse ela alegremente, sua frase fora seguida de um sorriso despreocupado e levantando da cama em que estava sentada para ser tratada. – E agora! Aonde vamos! O que vamos fazer? – perguntou ela empolgada.
-O melhor agora é descansar! – falou Sharon. – Fique aqui e durma. Todos vamos dormir agora, amanhã resolveremos tudo. Tenha uma boa noite! – disse Sharon saindo do quarto e a deixando sozinha.
♦♦♦
-Não consigo dormir. – falou Luna à si mesma, sozinha no quarto.
O “Tic Tac” do relógio em cima do criado-mudo dificultava ainda mais para Luna cair no sono. Subitamente ela levantou, saiu pelo corredor, desceu as escadarias e saiu para fora, precisava de ar puro. Por mais frio que parecesse estar, seu vestido era o suficientemente quente, e suas luvas sem dedo também.
“-Ninguém vai notar.” – pensou ela.
Ela se afastou da Mansão Rainsworth, estava na floresta dos arredores da mansão, por alguma razão ela simplesmente tinha vontade de andar por ali. De repente ela tropeçou em um galho e caiu de cara no chão. Mas ao invés de doloroso, ela vira algo – muito semelhante à uma fotografia – enterrado.
Começou a tirar a do local com um graveto, e desenterrou uma caixinha dourada. Retirou bem a terra dela e cautelosamente a abriu. Uma singela melodia começou a tocar. Parecia uma caixinha de música, e dentro da mesma existiam realmente várias fotografias. Ela as olhou profundamente, nelas haviam pessoas mortas e sangue, parecia algo como a Tragédia de Sablier, ou quase isso.
Ela percebeu alguma coisa, fechou a caixinha rapidamente, a singela melodia cessou. Estava no silêncio absoluto.
-Acho que uma das diferenças é que, eu não tenho medo da morte... – falou Luna, segurando a caixinha de música dourada e virando-se...

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@Dietrich
Obrigada, e acho q vou criar o topico mesmo. :P
A Luna já é descrevida, um pouco nesse capítulo

@Megumi
Obrigada. (Espere pelos segredos da Luna-chan :P )

@Minto-chan
Obrigada... (e sim é o Break :P )
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Alyss
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Seg Jul 11, 2011 2:23 am

Eu gostei,está ficando bem legal.
Quanto a descrição da Luna acho que devia colocar mais sobre ela em si, no lugar das roupas. Tipo cabelo(cor,comprimento,"corte"), olhos, altura, essas coisas.
Continue!
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Akane Lawliet ~
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Seg Jul 11, 2011 2:42 am

Awwwwwwwwwwwwwn >3<
Gostei muito ^3^ Quero continuação *o*
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Lauracf
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Qua Jul 13, 2011 12:23 am

Akane Lawliet ~ escreveu:
Awwwwwwwwwwwwwn >3<
Gostei muito ^3^ Quero continuação *o*
Em breve posto outro capítulo >.<

@Alyss
No próximo capítulo vou postar algo assim da Luna -q
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Feminino Gémeos Búfalo
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MensagemAssunto: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear - Capítulo 4 & 5   Qua Jul 13, 2011 1:05 am

Nota:
Como ia ficar meio nonsense com o capítulo, a descrição da Luna, vou descrevê-la como um extra.
"Luna Bon Ventury:
Idade: ??
Corrente: Cheshire Cat. (Em breve ela tem uma lembrança em que mostra outra corrente, a que teve antes de Cheshire, chamava-se Byron, e era um cavalo branco)
Aparência: Possui cabelos longos, e bem lisos, um pouco menores que os de Alice em quesito “comprimento”, são bem irregulares nas pontas extremas, além de parecerem bem suaves, balançam quando ela caminha. De coloração castanha (mais claro que o de Alice, e bastante “mais” escuro que o de Sharon). Possui uma franja lateral (mas não tão cheia como a de Break e Cheshire, já que nela, é possível ver seus dois olhos).
Seus olhos são cor de “mel”, parecem brilhantes e vivos, em modo de combate ofensivo, eles mudam de coloração, tornando-se um prata cintilante. Seu rosto é simpático. É bastante alta, sendo maior que Oz, Echo, Alice, Sharon e até mesmo Rufus Barma. Só perde para Break e Gil. Ela tem algo entre 1, 70/ 1,72.
Aparenta 15/16 anos de idade, mesmo parecendo que ela tenha vivido no tempo de Jack Bezarius. Sua personalidade é um tanto “excêntrica” em relação às demais pessoas, algumas vezes é engraçada, sarcástica, mas em principal, ela demonstra ser um pouco diferente do habitual (como não gostar de vestidos, por exemplo) sendo um pouco estranha, e em alguns momentos, até mesmo “solitária”. Ela tem mais simpatia por Break, Oz, Alice, Echo e Leo, dentre todos os outros. Geralmente passa uma imagem despreocupada e distante, além de às vezes parecer ter uma personalidade um pouco suicida, como o antigo Oz. Ela também ganhou uma espécie de amnésia, e não lembra inteiramente do seu passado."

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Capítulo 4 – Vincent Nightray.

-Acho que uma das diferenças é que, eu não tenho medo da morte... – falou Luna, segurando a caixinha de música dourada e virando-se...”
-A verdade também é que, você não suporta a verdade, você, tem medo da morte. Embora não tenha nenhum medo de matar... Vincent... – ela deu um sorriso despreocupado.
-... – estranhamente Echo não estava com Vincent.
-Ah... – ela suspirou. – Se me permite eu não gostaria de perder tempo aqui. Então me dê licença. Ok?
Ela começou a caminhar em direção a Mansão Rainsworth, com a caixinha de música debaixo do braço, estava passando exatamente ao lado de Vincent, quando o mundo girou e ela se encontrou caída no chão novamente – obviamente recebera um soco ou tapa de Vincent.
-B-baka! – disse automaticamente. – Eu já lhe disse Vincent, não estou procurando encrenca. Eu só quero voltar para a Mansão. – disse ela se levantando e limpando a poeira que surgiu graças à ela ter caído.
Vincent deu uma risadinha, Luna parecia realmente estar séria agora.
-Você quer ter um encontro com um velho amigo? – disse ela, naturalmente seus olhos mudaram de cor, isso indicava que logo Cheshire iria aparecer. – Cheshire... Por favor... – disse ela, Cheshire estava ao seu lado. – Tem alguém aqui procurando confusão...
Cheshire deu um enorme e doloroso soco com suas enormes garras em Vincent. Luna aproveitou que Vincent fora nocauteado, pegou a caixinha e saiu correndo em direção à Mansão.
-NINGUÉM PRECISA SABER O QUE ACONTECEU HÁ CEM ANOS ATRÁS! MALDITA! – gritou Vincent, enquanto se levantava da queda.
“-Cheshire... – pensou Luna. – Você deveria ter dado um soco mais forte nele!”
Ela estava correndo feito uma louca pela floresta, até que enfim chegou na mansão e entrou correndo. Invadiu a sala onde os outros dormiam – Sharon no sofá, Alice no chão, Break e Gil de pé e Oz sentado em uma poltrona.
Ela abriu a porta bruscamente. Todos acordaram.
-O quê houve com você?! – perguntou Alice, ao ver o estado que Luna estava.
-Vincent...Cheshire...Caixinha de Música... Sangue... – disse ela caindo ajoelhada de cansaço.
-O quê? – disse Sharon.
-Dê-me um minuto... – falou Luna, ofegante, indo até a sacada daquela sala em que estavam, caminhou até um canto onde existiam arbustos ornamentais, sentou-se e abriu a caixinha de música.
A garota pegou uma das fotografias: “Sangue”. Pegou outra então: “Várias pessoas mortas”. E mais uma: “Sablier”. Ela foi olhando as fotos até que uma lhe chamou total atenção, o que continha na foto, era uma garota muito, realmente muito semelhante à Alice, trajava peças normais, estava toda ensanguentada, e mesmo que estivesse de olhos abertos era possível ver que estava morta. Ao lado de seu corpo sem vida havia uma tesoura ornamentada.
-Então é isso... – falou Luna sorrateiramente.
Os outros estavam com expressões curiosas.
“-Eu não sei se... – pensou Luna, olhando para Alice curiosa comentando com Oz e Sharon possíveis versões, e lembrando-se das palavras de Cheshire. – Só quer a felicidade de Alice, mesmo que para isso tenha que matá-la... – recitou em sua própria mente. – Eu realmente não sei se devo...”
Luna guardou aquela foto no bolso, e levou a caixinha de música debaixo do braço, foi até em frente aos outros. Um silêncio permaneceu. Ela estendeu a caixinha para Oz.
-Tenho uma estranha impressão de que isso pertence à sua família. – falou ela, referindo-se que aquilo poderia ter sido de Jack.
-Uma Caixinha de Música. – disseram Alice e Sharon curiosamente ao mesmo tempo.
Um vulto marrom/preto passou do lado de fora, na sacada, e se aproximou de Luna. Ela virou rapidamente.
-Ah! Cheshire! – disse ela alegremente, Cheshire ficou praticamente ao lado de Luna, apenas alguns centímetros mais atrás.
Ele observou o ambiente, seus olhos passaram por Oz e Break com raiva, por Sharon com uma expressão de curiosidade – talvez do porquê de não enjoar tanto chá – e finalmente seus olhos pararam, fitando Alice, com espanto.
“-Droga! – pensou Luna. – Espero que Cheshire não tente fazer loucuras...”
-Okay... Okay... Todos já se conhecem. Sem apresentações. – disse Luna.
-... – Cheshire ainda fitava Alice com espanto, e Alice, parecia incrivelmente não ter memórias novas, diante daquela cena.
Cheshire parecia estar em outra dimensão. Mas o que o trouxe a realidade foi um grande e doloroso impacto sobre sua bochecha direita.
-BAKA NEKO! – disse Luna, depois de ter dado um soco realista em Cheshire, que pareceu voltar ao normal. – Essa história de matar Alice já saiu fora de moda! Dane-se! Agora ela quer as memórias de volta e não importa o que ela disse antes! Não é mesmo? – gritou ela para com Cheshire, olhando para Alice, que confirmou com a cabeça.
-Finalmente! – disse Break, surgindo debaixo de uma mesa, com um sorriso despreocupado.
-Huh?! – todos olharam para ele com curiosidade, nem tinham o visto sair do aposento.
-Finalmente temos uma corrente para destruir! – continuou ele, falando baixinho para a boneca em seu ombro “Certo, Emily?”.
-E afinal, onde é. – perguntou Oz.
-Sablier. – antes de falar Break pareceu hesitar.
♦♦♦
-Até mais Sharon-chan! – disseram Oz e Luna, acenando da janela da carruagem.
Os passos rápidos dos cavalos que puxavam a carruagem era a única coisa que podia ser ouvida – além da chuva que havia começado a cair.
-Sablier... Certo... – comentou Luna.
-Aquelas fotos. – começou Oz, olhando para o piso da carruagem. – Eram de Sablier não eram, Break? – Break apenas confirmou com a cabeça.
-Realmente eu acho que será uma longa viagem. – disse Alice. – Nós vamos parar à noite? – desta vez foi Gil quem afirmou.
-Ótimo... – disse Luna suspirando, e logo após bocejando.





Capítulo 5 – Ruínas de Sablier.
“Eu estou caindo... Caindo em uma escuridão imensa... Caindo no éter sombrio da Tragédia de Sablier... Não há nada além de escuridão, e estranhamente a palma de uma mão amigável... No fim das contas, de quem é essa mão? E, Quem Eu Sou?”
♦♦♦
-Luna-chan...? – perguntou uma voz. – Luna-chan... Nós já chegamos... – era a voz de Oz.
-HUH?! – Luna tinha caído no sono, embora não tivesse tido um bom sonho, e sim um pesadelo. – Ah! Claro! – ela deu sorriso tosco.
-Vamos! – disse Oz, os outros já estavam fora da carruagem, em seguida Luna desceu.
Eles caminharam um pouco, chegando até as ruínas de Sablier, Luna parecia estranhamente encantada pelo tamanho do lugar. Depois que chegaram à um certo ponto, se separaram, e como de costume Oz, Alice e Gil foram para o mesmo lado. Ironicamente Luna e Break não foram para o mesmo lado, para procurar qualquer coisa que fosse semelhante à uma corrente.
Luna estava caminhando e ao mesmo tempo observando, admirando o seu redor, embora fossem ruínas, eram extremamente belas. Realmente ela tinha o desejo de ter visto aquele lugar quando era um lugar bonito e próspero.
Depois de caminhar bastante, ela já estava quase no limite das ruínas, e já havia perdido os outros de vista, no entanto o momento intrigante foi quando ela apareceu avistar uma torre, uma pequena torre, ainda dentro dos limites da destruída Sablier, mas longe da parte central da cidade, onde agora existia o grande vazio escuro.
Luna correu até lá.
Algumas árvores dificultavam sua visão, para saber se aquilo era mesmo uma torre, quando ela se aproximou, viu com clareza que estava certa. Ela então tentou quebrar a aparente porta de madeira que havia, a chutes mesmo.
Poderia simplesmente usar Cheshire, mas queria fazer aquilo por si própria. Então na sexta tentativa a porta quebrou. Ela abriu, e entrou cautelosamente. Estava escuro, extremamente escuro, nada que uma vela não resolvesse, mas não havia vela alguma ali. Então ela apenas seguiu pelas escadas em espiral até ver os raios do sol que entravam por uma janela.
Era um aposento circular perfeito, e além dos móveis de madeira – antes praticamente perfeitas – podre e dos brinquedos e bichos de pelúcia velhos e sujos, existia um pedaço de papel amarelo amassado e jogado no chão.
Luna se aproximou, olhou de longe o papelzinho amassado, pegou-o com cautela e logo após dirigiu-se até a janela, escorou-se nela e tentou deixar o pequeno papel legível.
Quando finalmente ela conseguiu ler as primeiras linhas “Creio que não há muito a dizer, eu não sou muito boa escrevendo, mas eu escrevi uma poesia sobre pelúcias, rosas e chá preto...”, um estrondo assustador veio da parte central de Sablier. Luna distraiu-se e deixou o papel amarelo ser levado pela brisa, por acidente. Quando percebeu, desceu correndo as escadas espirais e saiu feito uma louca atrás do papel.
O papel passara singelamente próximo à Break, que assim como Oz, Alice e Gil estavam indo ver o que era o estrondo. Luna apareceu logo em seguida, sem fôlego.
-Break-chan! – disse ela ofegante. – Você viu algum papel amarelo passar voando por aqui?
-Huh? – ele virou-se para Luna. – Ah! O vento o levou em direção à parte etérea de Sablier... Por que quer saber? – perguntou logo em seguida.
-É uma memória de Alice! – ela saiu correndo e o puxando pelo braço. – Tenho certeza.
-Ahn... Okay. – ele saiu correndo junto com Luna.
♦♦♦
-Vocês acham que foi daqui que veio o estrondo? – perguntou Oz, à Gil e Alice.
-Tenho certeza. – disse Alice.
-Como “você” pode ter certeza? Coelho Estúpido. – disse Gil.
-Oz, pode me dizer por que o Palhaço e a Luna-chan estão correndo para cá? – falou Alice.
Alguma coisa surgiu de um portal. Era uma corrente, uma corrente que vinha do abismo, enquanto os outros dois corriam na direção do trio. Logo uma corrente de uma fofura terrivelmente destrutiva e aparentemente poderosa foi surgindo.
“-O que está havendo no abismo? As correntes que estão vindo para esta dimensão são fortes, “muito” fortes!”
-Break! – disse Luna correndo, ainda longe do trio. – Faça o favor de não usar seu Chapeleiro Maluco, caso não seja necessário, okay? – seus olhos já começavam a mudar para prata.
-O quê?! – falou ele. – Está me dizendo para não lutar?!
-Se você lutar. – disse Luna. – Vai ser mais difícil derrotar esta corrente, porque você vai ficar extremamente frágil. E algum de nós vai ter que salvar você e perder de atacar à corrente. Não que eu me importe com isso, claro. – a última frase de Luna soou um pouco mentirosa.
A corrente que surgira lembrava uma espécie de cachorro ou gato de pelúcia, mais com uma aura sombria. Era cheia de laços rosa e vermelhos, e tinha aparentemente, bastante poder, além de parecer ter muita força e resistência.
Oz ativou o poder do B-Rabbit, Gil preparou sua pistola, Break sua espada, e Luna estava prestes à trazer Cheshire a esta dimensão.
-Cheshire! – disse Luna, com os olhos completamente pratas, a silhueta de Cheshire foi surgindo ao seu lado.
A corrente atacou Oz inicialmente, que esquivou, logo após as correntes de Oz e Luna foram lutar, com o seu maior poder. Luna ficou em pé, em cima de um pilar cinza, destruída, enquanto erguia seu braço na direção de Cheshire. Então fechou os olhos por um momento, seu plano não havia funcionado. Pois afinal ela iria mandar um pouco de seu próprio poder para Cheshire, este que fora encurralado, pela corrente, sem ter como fugir.
Luna pulou do pilar rapidamente e correu até a direção de Cheshire – que estava próximo à beirada do grande vazio onde era o Castelo de Sablier. Embora os outros atacassem a corrente com bastante força e com golpes dolorosos, ela não se importava, parecia estar fixada em Cheshire.
A Srta. Bon Ventury correu até onde Cheshire estava, se posicionando na frente dele. “Vá Cheshire!” Ele obedeceu suas ordens, e instantaneamente, com uma agilidade incrível, foi para onde os outros estavam. O B-Rabbit conseguiu dar um golpe forte na corrente que a fez cair ajoelhada, mas não morta.
Luna então ergueu novamente o braço, com serenidade, ficando com a mão erguida também, na direção de Cheshire. Ela fechou os olhos por um momento, uma onda de energia quase invisível, saiu dela em direção à Cheshire. Ela abriu os olhos, estavam extremamente pratas, brilhando, como se estivessem em chamas de cor prata, sua pupila do olho estava quase sumindo.
Mas, de repente, antes que pudesse fazer algum movimento, a corrente se levantara e estava preste a lhe dar um ataque doloroso, quando, antes que Cheshire atacasse a corrente com seu poder otimizado e aumentado. Uma enorme “coisa” surgiu no ar, lembrava um chapéu, uma cartola. No entanto, Break não pôde atacar, Oz o interferiu. Porque ao invés de machucar Luna, a corrente se aproximou cautelosamente dela, que agora olhava para a corrente. A corrente aproximou-se mais, o suficiente para Luna poder simplesmente fazer carinho em sua testa. Isso para ela era aparentemente normal, no entanto, logo que a corrente notou o Chapeleiro Maluco de Break, sua dócil personalidade ali, sumira, e ela atacou Luna com bastante poder, fazendo com que ela voasse longe, mas ela estava muito na beirada do éter negro de Sablier...


Última edição por Lauracf em Sex Jul 15, 2011 12:01 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Qua Jul 13, 2011 4:19 pm

que legal *-* gostei bastante... queria saber escrever tao bem!
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Qui Jul 14, 2011 9:01 pm

Waaaaa!!! Sugoiii!! <33 Adorei!! >w<
Há partes que me deixaram confusas, mas anyway xD
Continua, por favor! <3
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MensagemAssunto: [FanFic] Sweet Dreams Little Dear - Capítulo 6 & 7    Qui Jul 14, 2011 11:24 pm

Nota:
Esqueci de colocar isso no extra de descrição da Luna-chan, é uma coisa bem pequena, só uma observação
P.S.: "O motivo da antiga corrente da Luna ser Byron, um cavalo alvo, é uma Alusão ao Cavalo do Cavaleiro Branco, de Alice Através do Espelho, e uma ironia pela "simpatia" que a Luna tem pelo Break (em relação ao passado como Kevin Regnard) x.x
Já na corrente atual dela, ser o Cheshire, é algo complexo, pois em algumas partes, ela tem uma personalidade semelhante ao Cheshire. (Ex.: Viver desmaiando ou sumindo sozinha.)

Capítulo 6 – Escuridão Total
-LUNA?!? – disseram todos.
Ela ficou pendurada de algum modo, na beirada daquele profundo buraco etéreo. A corrente foi rapidamente exterminada pelo B-Rabbit e pelo Cheshire com poder aumentado. Todos correram até a borda. Tentando trazê-la para a superfície antes que não conseguisse mais segurar-se para não cair.
Eles estavam chegando a borda quando ela despencou totalmente.
“Caindo, estou caindo... Eu me sinto... Bem... Mas ao mesmo tempo triste... No entanto, eu vejo algo que lembra uma mão amigável... Mas eu não sei de quem ela é... Sei apenas, que vem em minha direção como se fosse, segurar meu braço... Como se fosse me salvar... Desta escuridão total.”
Gatch!
“Minha consciência está... Evaporando...”
Alguém que estava lá em cima conseguiu segurá-la do braço antes que caísse na profundidade aterrorizante...
♦♦♦
-Luna-chan, ela é campeã em sofrer acidentes, não? – falou Alice irônica, dentro da carruagem, Luna estava desmaiada, deixaram-na meio que “deitada” em um dos assentos da carruagem.
-Isso me lembra vagamente alguém... – falou Oz.
-Tipo assim, você, né? – falou Alice, com cara de poucos amigos. – Mas, diferente de você ela não tem essa personalidade suicida por causa de ser rejeitada pelo pai.
-Cale a boca, Coelho Idiota! – falou Gil.
-Tudo bem Gil, não precisa se irritar. – continuou Oz.
Luna abriu os olhos lentamente, como se estivesse acordando de um sonho, ela achou que veria somente escuridão ao seu redor, mas ao contrário, viu rostos amigos, e o interior da carruagem.
-Bom dia... – falou ela, para que notassem que ela tinha acordado.
-Bem-vinda de novo. – falou Oz.
-Depois sou eu quem teria que ser salvo, não? – sussurrou Break à Luna, que estava sentado ao lado dela.
-O importante é que está bem, não é mesmo? – disse Oz. – Mas, vem cá, o que era aquilo que você estava fazendo? Tipo, as pupilas dos seus olhos estavam sumindo...
-Ah, só estava tentando deixar Cheshire um pouco mais forte. – respondeu Luna.
-Mas, como assim, deixá-lo mais forte. – continuou Oz.
-Ah... A verdade é que Cheshire é fraco. – disse Luna. – Digamos, as corrente precisam dos contratantes para manter suas existências estáveis aqui nessa dimensão, certo? – todos concordaram com ela. – Então, a maioria da corrente não é tão forte quanto o B-Rabbit e o Chapeleiro. Cheshire não é forte, quer dizer, a sua força, inclusive sua força vital, sua existência depende de mim. Ele deve esperar ansiosamente por alguma batalha, porque, nem eu mesma sei para onde ele vai quando não está aqui...
-Entendo... – disse Oz. – E afinal, porque aquela corrente parecia estar sendo, meio que, controlada por você?
-Perguntas sem respostas. Eu simplesmente consigo fazer isso, desde que reconheço que existo. Além disso, acho que Alyss está tendo algum tipo de ataque de loucura...
-Alyss? – perguntaram.
-Sim, sim, isso geralmente acontece quando ela fica triste ou louca, não? Sério, ela parece uma esquizofrênica... – disse Luna.
-Vamos deixar esses monólogos compridos para mais tarde, já estamos chegando... – disse Break.
♦♦♦
Logo chegaram à Mansão Rainsworth, Luna foi a primeira a descer – literalmente estava feliz por estar com os pés em terra firme.
-E vocês? – perguntou Break. – Vão ficar aqui mais um dia ou irão para a mansão dos Bezarius?
-Sabe Break-chan, acho que vamos para a mansão da minha família, quer dizer, não há nada como o lar, certo? – disse Oz.
-Isso mesmo! – disse Alice, que havia descido da carruagem, e agora voltava a entrar nela. – Até mais Luna-chan, até mais palhaço.
Break já estava começando a caminhar até a mansão. Luna ficara acenando distraída para o trio que estava indo para a mansão de Oz.
-Vamos... – disse Break.
Assim que os dois entraram na mansão, Sharon apareceu rapidamente reclamando porque Oz e os outros não ficaram, já que no dia seguinte teria um baile de gala na Mansão dos Nightray. Ela empurrou Luna até o quarto e lhe mostrou milhares de vestidos, de variadas cores e estilos. Luna não parecia estar gostando, até que viu um vestido roxo e lilás (realmente ela tinha uma personalidade diferenciada), com uma fita violeta, que no lado esquerdo era enfeitada por uma rosa lilás, na parte de trás do vestido, a fita se transformava em um laço. O vestido era tomara-que-caia, e para completar possuía duas luvas lilases meio esbranquiçadas, além de um colar que tinha o formato de um coração. O cabelo ela iria deixar solto.
♦♦♦
Era de tardezinha, um pouco antes do pôr-do-sol, mas o céu estava nublado, como se fosse chover. Luna estava na espécie de sala de estar. Luna foi até a sacada, não esperando encontrar quem encontrou.
-Break-chan... – era a voz de Luna, Break estava na sacada.
-Ah! A campeã de sofrer acidentes está bem novamente! – disse ele, sarcástico. – Então, o que foi.
-O tal baile que Sharon não para de mencionar, será na mansão dos Nightray, certo? – Break respondeu que sim com a cabeça. – Então. – disse Luna, tirando alguma coisa do bolso do vestido, parecia ser a foto de Alice morta. – Quero que fique com isso pra mim.
-Hum... O que é isso. – perguntou Break.
-É uma foto de Alice, morta. – disse ela, com uma sinceridade brutal. – Se esse baile é na Mansão Nightray, Vincent estará lá, e obviamente ele vai tentar me matar quando eu estiver longe das pessoas no baile.
-Ah! Que ótimo, temos uma coisa em comum. – disse ele. – Odiamos Vincent... Mas, quando ele tentou lhe matar?
-Lembra aquela vez que eu trouxe aquela caixinha de música? – disse Luna, como uma pergunta retórica, entregando a foto a Break. – Eu vou indo, Sharon vai ter um ataque nervoso se eu não experimentar aquele vestido.
Luna estava quase perto da porta para entrar para o interior da mansão, quando parou por um momento.
-Break-chan... – disse ela, ainda de costas – Por acaso você, poderia ir como meu par no baile? – ela parecia ter corado, mas como ainda estava de costas.


Capítulo 7 – Antes do Baile.
-Ah! Claro, a Jovem Senhorita com certeza tentará ir com Oz-sama... – disse ele, dando um riso despreocupado. – Mas acredito que ela competirá com Alice...
-Então tudo bem, err... Eu vou lá, Sharon deve estar me procurando... – disse ela.
-Mas afinal, você quer que eu fique com essa foto porque Vincent quer destruí-la? – perguntou Break, Luna virou.
-É, isso mesmo.
-Ahn... Você parece meio vermelha... – disse ele.
-É só... Febre! – inventou, ela. – Ainda não me recuperei totalmente de ontem, acho que amanhã vou estar melhor! – ela deu sorriso tosco e saiu da sacada.
Luna entrou na mansão, indo em direção ao aposento em que Sharon estava esperando-a. Parou de caminhar em frente à porta, por ter ouvido a voz de Alice, que pedia para era esperá-la. Ela esperou Alice, e depois as duas entraram no aposento. Sharon jogou-lhes os seus vestidos, quando apareceram na porta. Alice estava experimentando um vestido vermelho com laços brancos.
-Alice-chan... – disse Sharon. – Você vai com quem no baile?
-...? – Alice não respondeu, parecia estar pensando.
“Agora pensando bem, se Sharon-chan não conseguir ir com Oz-kun, ela obviamente irá dizer para Break-chan ser o par dela. – enquanto pensava, Luna fazia caretas estranhas. – E Sharon-chan é tão delicada e com um aspecto tão meigo, a jovem donzela sempre em perigo. Então Break-chan vai dizer “Ah! Claro Jovem Senhorita!” e eu vou ficar sem par... Quer dizer, eu não me importo com isso, nem um pouquinho.”
-Sabe, eu vou convidar Oz-sama. – disse Sharon.
-Você vai com quem, Luna-chan? – disse Alice, aparentemente inocente.
-Hum, é mesmo... Com quem você vai Luna-chan? – perguntou Sharon.
-Err...
-Ela deve ir com o Palhaço, eu a vi dando alguma coisa pra ele, na sacada. – disse Alice.
-?! *petrificada* - Luna não respondeu, porque Sharon surgiu atrás dela com uma expressão demoníaca.
-Hum, você vai com Xerxes Nii-san, é? – disse ela.
-Err... – Alice e Sharon pareciam cercá-la. – Olha, vou vestir o meu vestido de gala, okay? – disse ela, pegando o vestido e se trancando no banheiro, podia ouvir risadinhas de Alice e Sharon. – Uff...
-Ah, não se preocupe Luna-chan. – disse Alice. – Você só vai ter que entrar no baile junto com o palhaço. – ela deu uma risada. – Ah, Elliot também deverá estar lá...
-Elliot? – disse Luna.
-Elliot Nightray, o descendente verdadeiro da Família Nightray. – falou Sharon.
♦♦♦
-Uh! Não agüento mais ficar dentro dessa carruagem, falta muito para chegarmos? – disse Alice, o grupo estava indo ao baile em duas carruagens diferentes, uma onde estavam as garotas e a outra, os garotos.
-Já estamos chegando, Alice. – disse Sharon.
“Elliot Nightray... esse nome é familiar...”
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sex Jul 15, 2011 4:36 am

Estou gostando muito dessa fic,você escreve super bem.
Mas tem uns detalhes que me incomodam.As coisas parecem estar acontecendo rápido demais.No tempo da fic,não passou nem uma semana e eles foram atacados por uma corrente,foram para Sabrie e estão indo para um baile.Acho que deveria fazer com que os acontecimentos incomuns sejam menos frequentes.E parece que quando a Luna acordou já sabia muita coisa.Acho que ninguém fora da Pandora sabe da Alice,mas em nenhum momento eles explicaram para a Luna essas coisas.E eles também pareceram confiar nela logo de cara,sem nenhuma prova de que ela estava mesmo ajudando a Pandora.
Bom,isso são só algumas coisas que eu acho que poderiam melhorar,mas fora isso,a fic está ótima.Quero continuação *-*
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sex Jul 15, 2011 7:31 am

Alyss escreveu:
Estou gostando muito dessa fic,você escreve super bem.
Mas tem uns detalhes que me incomodam.As coisas parecem estar acontecendo rápido demais.No tempo da fic,não passou nem uma semana e eles foram atacados por uma corrente,foram para Sabrie e estão indo para um baile.Acho que deveria fazer com que os acontecimentos incomuns sejam menos frequentes.E parece que quando a Luna acordou já sabia muita coisa.Acho que ninguém fora da Pandora sabe da Alice,mas em nenhum momento eles explicaram para a Luna essas coisas.E eles também pareceram confiar nela logo de cara,sem nenhuma prova de que ela estava mesmo ajudando a Pandora.
Bom,isso são só algumas coisas que eu acho que poderiam melhorar,mas fora isso,a fic está ótima.Quero continuação *-*
Realmente x.x
Tem algumas coisa que eu tinha que ter colocado na fic entre o cap. 3 e 4, e também entre o 6 e 7. Quero dizer, "entre esse capítulos" tem um significativo passar do tempo sem nada importante. Por exemplo, entre o 3 e 4, na noite em que ela acorda e fala com Vincent, já passou umas 2/3 semanas. Eles vão para Sablier alguns dias depois que Break dá a notícia. E em relação ao baile, esse é quase um mês depois x.x
Depois eu vou editar os capítulos com a descrição certa do tempo por entre os capítulos.
P.S.: Na verdade, a Luna ainda não tá na Pandora, aquilo do início foi uma espécie de... Convite falso.
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sab Jul 16, 2011 4:40 am

Capítulo 8 – Piano ao Vivo (Lacie lhe é familiar?)
-Haha, Oz-sama, obrigada por aceitar o meu convite. – disse Sharon, descendo da carruagem com a ajuda de Oz, enquanto Alice e Gil esperavam os outros, se entreolhando como fossem se matarem. – Luna-chan. – Sharon falou aparentemente gentil. – Vamos logo, não vai adiantar de nada você ficar dentro da carruagem.
-Adianta sim. Ç.Ç – disse Luna. – Você e Alice-chan me deixaram traumatizada, eu odeio bailes, odeio vestidos de gala.
-Odeia “Break-chan”? – perguntou Sharon irônica.
-Luna-chan. – era a voz de Break. – Viu ela, Jovem Senhorita?
-Ela tá aqui. – falou Sharon, Luna teve vontade de deixar a educação de lado e pular no pescoço de Sharon até matá-la, não fez isso, claro.

Depois de alguns minutos Sharon conseguiu tirar Luna de dentro da carruagem, e os três pares caminharam até a entrada da Mansão. Sharon com um vestido rosa com laços da mesma cor. O vestido de Luna, era o mesmo lilás e roxo do outro dia, e Alice, vestia o vestido vermelho ornamentado com rosas negras em um laço. Os garotos vestiam ternos, a única coisa que os diferenciava era que Oz usava uma gravata vermelha, Break um laço lilás e Gil um lenço branco.
Estavam na entrada, conversando com alguém muito semelhante à um porteiro, ou etc. Enquanto isso, um homem de longos cabelos loiros e ondulados, de olhos heterocromáticos: um olho verde cintilante, e o outro, vermelho, como se anunciasse um agouro de morte. Ele observava uma das pessoas com certa sede de sangue.
“-Ninguém precisa saber...” – pensou ele, rasgando o estofado da poltrona em que estava sentado, com uma tesoura.
-Echo. – disse ele. – Vamos descer agora.
♦♦♦
-Piano... – disse Luna, enquanto dançava Break algo muito semelhante a uma valsa, assim o faziam também Alice, Sharon, Oz e Gil. – Essa melodia é muito bonita, né? – ela tentou sorrir. – Ei...
-Que foi? – perguntou Break.
-Onde está Emily? – perguntou Luna, observando que a boneca falante não estava com Break.
-Deixei-a na mansão. – respondeu ele, com um sorriso despreocupado típico. – Você fez bem em me dar aquela foto. Porque o seu quase assassino chegou, Luna-chan.
-Heh?! – ela olhou para o lado que Break estava olhando. – Vincent realmente veio? Ah. Droga. É nessas horas que eu queria estar errada... – ela pareceu parar de dançar. – Eu já volto. – ela começou a afastar-se.
♦♦♦
Luna foi caminhando por corredores da mansão, estava à procurar uma sacada, mas, no fim, teve vontade de voltar para dizer para Break que, “Aconteça o que acontecer, não dê esta foto à Vincent, nem se ele seqüestrar Sharon, nem se fizer qualquer coisa!”
Quando Luna chegou no salão de festas, Break estava descaradamente dançando com Sharon, enquanto Oz, Alice e Gil estavam conversando entre si. Luna parou um pouco na porta. Ficou olhando, apenas observando, e depois saiu do local, indo até os jardins.
“-Eu disse...”
Ela caminhou por canteiros cobertos de rosas negras, além de uma parte pavimentada do pátio, no qual havia fontes que jorravam água cristalina. Antes que pudesse voltar ao salão, dizendo a si mesma “É só um baile.” Algo aconteceu...
-Elliot... – era a voz de um garoto com cabelos pretos e compridos, até a altura do ombro, um pouco mais abaixo, e que usava óculos, que estava indo atrás de outro garoto. – Elliot... Você devia pelo menos falar com Gilbert. Viu a expressão dele?
-Ah, Leo... – disse o outro garoto, Luna apenas viu-o pelos vitrais dos corredores. – Sem lição de moral agora, por favor.
“Leo... Elliot... Hum, isso me é suspeito...” – pensou Luna, que saiu discretamente dos jardins em direção ao corredor em que os viu passar.
Ela caminhou tentando seguir a voz dos dois, mas parou em frente à uma porta, ela estava certa de que não era correto invadir o aposento. Mas assim o fez, a sala possuía apenas grandes janelas, com cortinas de veludo negras e prateadas, e, além disso, um piano, preto. A luz lunar era a única coisa que iluminava a sala em que Luna acabara de entrar.
Ela teve uma vontade quase cruel de sentar e tocar uma melodia desconhecida que apenas viera em sua mente. Assim o fez. Ela era um tipo de pessoa que pensava muito antes de agir. Mas não o fez ali. Não frente ao piano.
Uma melodia conhecida apenas por um certo grupo de pessoas ressoou pela Mansão, chamando a atenção de Oz, Leo e Elliot, sendo os últimos, as pessoas que começaram a dirigir-se até o aposento em que Luna estava.
No entanto, ela parecia distante, enquanto tocava “Lacie”, no piano...
♦♦♦
-Bon Ventury! – era uma voz. – Seu sobrenome realmente é estranho, sabe, mas há algo bonito nele, acho que o modo como se pronuncia... Algo do tipo.
-Jack Bezarius, então é esse loirinho de trança que é o amigo de Glen Baskerville? – era outra voz.
-Volte para o abismo, lá é o seu lugar. – disse alguém de costas para ela, se distanciando.
-Eu já lhe disse. Eu Não Sou uma corrente. Mas, se, conseguir fazer o que faço faz com que seja considerada anormal. Considere-me uma corrente humana. – era a voz de Luna.
-É tanto poder... Aparentemente tão adorável, cruel e destrutivo... É o poder do tempo, eu finalmente, consegui! – era uma voz semelhante à de Luna, mas parecia rouca. – Eu finalmente tenho a completa posse desse éter sombrio!
♦♦♦
-Ei! Você! – era a voz de Elliot. – Quem lhe ensinou a tocar essa melodia?!


----------------------


Capítulo 9 – Fantasmas.
-Ahn? – Luna parecia estar voltando de algum lugar distante.
-Você! Eu perguntei quem lhe ensinou a tocar isso. – disse Elliot, aparentemente estressado.
-Ah, isso... – disse ela, calma, observando as teclas do piano. – Sinceramente, não sei.
-Como pode não saber?! Você tocou, têm que saber!
-Mas, eu realmente não sei. – disse ela, encarando Elliot, que estava apoiado no piano. – E também não preciso dizer-lhe se sei ou não. – ela fez uma careta.
Foi possível ouvir a porta abrindo.
-Com quem você está conversando? – uma voz vinda da porta sendo aberta novamente foi ouvida.
-Huh? – ela virou-se rapidamente.
Um jovem com cabelos escuros e que, à primeira vista tinha olhos bastante bonitos, surgiu na porta, com uma roupa de gala preta. Seu cabelo alcançava os ombros, e era bastante repicado.
-Err... – ela virou sem jeito, obviamente por ter invadido o aposento, e ousado tocar o piano. – Eu só... Quer dizer... – o garoto ainda estava encarando-a, fazendo-a sentir-se culpada pela invasão. – Ahn... Eu só estava falando com Elliot.
-Elliot? – ele falou, sério.
-Ahn... É... Eu acho. – disse ela, ainda com sentimento de culpa. – Espere um momento... – ela parecia ter reconhecido-o. – Leo... Você é Leo, certo?
-É.
-Então foi você quem eu vi junto com Elliot. – disse ela, pensativa.
-Como você... – ele estava com a cabeça um pouco abaixada, e parecia estar com uma expressão mista de tristeza e raiva. – Como você pode falar assim dele? Fazer essas brincadeiras não tem graça.
-Brincadeiras? – Luna falou, indignada. – Quê brincadeiras? Falei apenas a verdade.
-Como... Como... – Leo parecia não conseguir falar. – Como pode ser a verdade?! Se Elliot está... está morto!
As últimas palavras de Leo causaram um choque à mente de Luna. Como Elliot Nightray poderia estar simplesmente morto, se ela estava conversando com ele há poucos momentos, perguntando como ela tocou Lacie?!
Leo fitava-a com um olhar raivoso, como se fosse simplesmente saltar em seu pescoço, ou então matá-la.
-Mas, Sharon-chan me disse que... – ela parecia confusa. – Ela disse que... Bem, na verdade ela devia estar brincando comigo.
-Então. Dá pra sair? – Leo estava sendo extremamente desagradável, Luna levantou-se e foi até a porta, onde estava Leo.
-Ótimo. – disse ela, friamente, os dois pareciam simplesmente estarem se odiando.
No momento em que ela saiu do aposento, e Leo estava fechando novamente a porta, ela avistou um rosto extremamente conhecido, e também desagradável.
-Vincent. Droga. – ela sussurrou a si mesma. – Leo. Eu sei que você está claramente me odiando por ter falado tanto desse jeito de Elliot. – ele olhou para ela com uma expressão tensa. – Mas...
-Mas...?
-Você poderia abrir essa porta de novo, me deixar entrar e falar para aquele cara que está vindo para cá que você vai... Sei lá... Tocar piano. – ela falou, descaradamente.
-E porque eu faria isso por alguém que fala mal de pessoas mortas? – ele falou, havia algum tempo que a personalidade calma e pacífica dele simplesmente havia sido tomada por uma sombria e raivosa.
-Eu já expliquei. Faça o que quiser. Se eu estiver morta por Vincent mais tarde, não fará falta nenhuma para você, não é mesmo? Na verdade, ele vai te fazer um favor. – ela disse, em boa parte, com sarcasmo.
Vincent já estava perto. Bastante perto. Leo parecia não estar fazendo nada, e mesmo sendo algo contrário, ele abriu a porta e deixou-a entrar, fazendo o mesmo após isso. Parecia não estar a fim de conversar com Vincent. Depois se sentou no chão, contra a porta. Luna estava escorada na parede, de pé, ao seu lado.
-Não precisava ter feito isso. – disse ela.
-Não vou deixar mais ninguém morrer por minha culpa. – ele falou, friamente, estava falando como se fosse um justiceiro de histórias antigas, ou como quem se sentisse culpado por ter sido a causa da morte de alguém.
-Okay... – ela praticamente tentou entender a frase estranha de Leo. – Luna Bon Ventury.
-O quê? – ele falou, demonstrando uma expressão de confusão.
-Luna Bon Ventury. É o meu nome, prazer em conhecê-lo, Leo. – ela deu um sorriso despreocupado, típico de quando estava em situações difíceis ou quando se apresentava a alguém.
-Certo. – Leo parecia que iria apenas falar “certo” e ignorá-la, o que foi impossível ao ver a expressão dela com olhos pidões. – Leo Baskerville, prazer. Mas você já sabe, não tem diferença alguma.
-Baskerville? – ela pensou confusa, e também como se estivesse tentando decifrar alguma antiga lenda. Uma expressão de surpresa permaneceu em seu rosto.
-Sabe Leo... “Ele” – ela insinuou Elliot, claramente. – Me perguntava onde eu havia aprendido a tocar uma música que ele chamava insistentemente de Lacie.
-Lacie?! Bem... E o que você respondeu? – logo que Leo falou, passos passando o corredor foram ouvidos.
-Simplesmente não sei. Tipo... Parece que alguma coisa me fez vir aqui, justamente nessa sala, do piano. E eu, tive de tocá-lo. – Leo olhou para ela como se ela fosse uma invasora temível. – Porque eu realmente adoro instrumentos musicais. Já ouviu o som de um violino? É tão divino.
-Ah! Violino, simplesmente é lindo. Como piano, você também toca piano? – ela respondeu que sim com a cabeça. – Eu também toco piano. E também tem a flauta.
-É adorável, não é? Amável! Eu não tenho palavras para descrever! – os dois estavam com os olhos brilhando, e, logo que perceberam que estavam conversando como se conhecessem há muitos anos, pararam imediatamente.
-Acho que Vincent já foi embora...
Depois disso, ela estava claramente esperando apenas que Leo abrisse a porta outra vez, mas a maçaneta movimentou-se e a porta apenas não abriu porque Leo estava encostado nela. Luna pulou na porta, para que Vincent não a abrisse.
-Droga. Droga. Droga. – sussurrou Luna. – Leo, segure a porta, eu vou me esconder em algum lugar.
-E porque eu faria isso? – disse ele.
-Porque você não me odeia mais. – disse ela, correndo para a sacada que possuía no aposento.
Depois de esconder-se na sacada, ela ouviu a porta abrir-se, além da voz de Leo e Vincent. Echo estava na sala também, devia estar, obviamente, acompanhando Vincent no baile que se seguia. Ela ouviu também Leo falar que iria tocar piano e se Vincent podia se retirar. Livrando o local dele em poucos minutos.
-Obrigada. Realmente. – disse ela, saindo da sacada, e agora, realmente podendo sair da sala. E logo após caminhando por corredores, acompanhada de Leo.
-Tudo bem. Devem estar tocando alguma música clássica no baile, acho que vou dar uma olhada. – disse ele, tocando no assunto do baile, lembrou algo à Luna.
-AH!
-Que foi?
-Eu deixei Break-chan no baile esperando faz meia hora! – ela parecia realmente preocupada.
-Você fala de Xerxes Break? – perguntou Leo, já estavam à uns três corredores do jardim, no qual deviam passar para chegarem ao Salão de Festas.
-Sim, sim. Eu vim com Break-chan no baile, e falei para ele que já voltava. – ela parecia desapontada. – Mas, ele deve estar dançando com Sharon-chan agora. – estavam caminhando rápido, e chegaram ao jardim, entrando no Salão de Festas logo em seguida.
Em poucos segundos, já estavam lá. Uma bela melodia tocava, e muitas pessoas dançavam, sendo que isso dificultava para Luna, que tinha o objetivo de encontrar os seus amigos. Em um canto à direita, próximo as mesas das bebidas estavam Alice, Gil e Break. Luna chegou dando “olá”. Oz e Sharon estavam dançando, para a surpresa de Luna. Ela falou à Break que havia se perdido no jardim e depois teve de esconder-se de Vincent, encontrando Leo – este último que também estava junto com o grupo, só que um pouco distanciado.
♦♦♦
No meio da pista de dança estavam Oz e Sharon, ela havia recém visto que Luna havia chegado com Leo junto do grupo. Logo raciocinou algo.
-Precisamos realmente dela na Pandora. – falou Sharon com um sorriso, e os olhos semicerrados.
-? – Oz estava com uma expressão confusa.
-Você sabe Oz-sama. Você é a chave para chegarmos à Vontade do Abismo... – Oz concordou com a cabeça, e Sharon estava com um ar sério. – E ela... Ela é a chave para conseguirmos a quinta porta dos Baskerville... – logo que Sharon acabou de falar, Oz olhou-a extremamente surpreso.
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Dom Jul 17, 2011 11:16 am

Waaaaaa!!! Que medooo! o.o Ela falou com o Elliot!!! T^T *ainda não acredita que o Elliot está morto x_x*
Hum... eu estou confusa, porque ainda não percebi quando é que a fanfic começa (segundo o manga)... É que, já que o Elliot está morto (coisa que eu não me tinha apercebido a não ser por este último capítulo, porque no anterior parecia que ele tava vivo ;_;), acho um pouco esranho o Vincent e o Leo estarem... tão á vontade com o resto das pessoas, especialmente o nosso grupo perferido de personagens principais xD

Anyways, está muito gira a fic! Estou a amar!
Tens realmente muito geito! Continua! <3
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MensagemAssunto: [FIC] Sweet Dream Little Dear - Cap. 10 & 11   Ter Set 20, 2011 11:11 pm

Minto-chan escreveu:
Waaaaaa!!! Que medooo! o.o Ela falou com o Elliot!!! T^T *ainda não acredita que o Elliot está morto x_x*
Hum... eu estou confusa, porque ainda não percebi quando é que a fanfic começa (segundo o manga)... É que, já que o Elliot está morto (coisa que eu não me tinha apercebido a não ser por este último capítulo, porque no anterior parecia que ele tava vivo ;_;), acho um pouco esranho o Vincent e o Leo estarem... tão á vontade com o resto das pessoas, especialmente o nosso grupo perferido de personagens principais xD

Anyways, está muito gira a fic! Estou a amar!
Tens realmente muito geito! Continua! <3
Ah, obrigada ^^ *também não acredita q o Elliot morreu*
~~~~

Capítulo 10 – Desentendimentos.
“-Jack! Jack! Você o matou? Você matou Glen? Você... Mesmo não sendo o vilão, não é o herói. Eu nunca, nunca, nunca vou lhe perdoar Jack...”
♦️♦️♦️
-O quê? – Oz estava claramente surpreso com as palavras de Sharon. – Mas... Como ela pode ser a chave para a quinta porta dos Baskerville?
-Ah, Oz-sama, você tem que ser mais observador. – disse ela, ainda observando o grupo. – Creio que Xerxes-nii também já percebeu. Apenas dê uma olhada.
-Eu vejo Leo, apenas... – disse ele, tentando compreender claramente.
-Eu não falei à Luna-chan que Elliot Nightray havia falecido. Apenas pedi para Alice mencionar seu nome, como uma brincadeira. Mas no fim das contas, eu não esperava que ela encontrasse Leo, muito menos que ele fosse simpático com ela. – falou Sharon. – Mas o que virá pela frente... Nem mesmo eu sei.
-Mas, qual a importância disso Sharon-chan? Tudo bem que depois da morte de Elliot, Leo pareceu estar extremamente insano...
-Jack Bezarius já falou através de você, certo, Oz-sama? – perante a pergunta de Sharon, Oz afirmou com a cabeça. – Existe outro alguém que pode fazer o mesmo através de Leo. Graças a isso, creio que ela tem alguma importância crucial para nós...
-Acho que compreendi tudo... – disse Oz, pensativo.
♦️♦️♦️
O baile se seguia firme e alegre, daqui a algumas horas a Srta. Rainsworth e os outros iriam embora. Gil e Alice não dançaram juntos nenhuma vez, já Oz dançou com Alice, Luna, Echo e Sharon. Break com Sharon e Luna. Curiosamente Leo não fora embora, e mesmo que um pouco distanciado, havia ficado junto do grupo, por vezes conversando um pouco com Oz ou Luna. Depois de uns minutos, Sharon e Break se distanciaram e foram para um corredor, para obviamente falar sobre a importância da Srta. Ventury, esta que achou muito estranho, e foi espiar – algo típico dela.
Involuntariamente, ela acabou ouvindo o que não devia. E ouviria mais.
-É aquele garoto, por quem Glen pode falar? Certo? – dissera Break.
-Sim. Sim. A meu ver, aquela garota deve ser importante para Pandora, você entendeu Break, ela é a chave para a porta dos Baskerville, para finalmente chegarmos à Vontade do Abismo. – Sharon estava séria, mas com sua extrema meiguice que chegava a ser cruel.
-Uma chave, certo? – Luna surgiu no final do corredor, parecia um pouco irritada. – Eu vou embora daqui. – logo em seguida ela caminhou para longe, pisando forte no assoalho.
Break e Sharon ficaram observando a cena que se seguia.
-Isso não é bom. – disse Break. – Acho melhor ir atrás dela.
-Espere Break. – Sharon falava como se tivesse tido uma ideia. – Vamos adiantar as coisas por aqui, vamos pedir para o jovem Baskerville ir atrás dela.
-Ahn... – Break mantinha sua personalidade despreocupada e irresponsável, porém parecia estranhamente, um pouco culpado.
Os dois dirigiram-se de volta ao Salão, onde encontraram os outros, Sharon perguntou se Luna havia passado por ali. A resposta foi sim, e que, além disso, ela parecia estar incrivelmente irritada, ou triste. Sharon pôs seu plano em ação – mesmo que aparentemente com o sentimento contraditório de Break -, pedindo à Leo, educadamente e gentilmente, “já que ele estava apenas parado ali, se não poderia fazer este pequenino favor à ela”. Ele inicialmente não aceitou, sendo que Sharon passou de gentil à amedrontadora, empunhando um leque temível.
♦️♦️♦️
“Uma chave?! Isso é um insulto... É... um... insulto. Apenas isso. Oz também é uma chave, mas é diferente. Porque afinal, acho que nesse tempo, acabei perdendo minhas memórias felizes, e as ruins também. Se é que algum dia tive memória qualquer. Amnésia não é algo agradável.”
Luna era racional, sabia que não poderia voltar até a Mansão Rainsworth, porque estava extremamente longe, também não iria ficar brigada com Break ou Sharon, mas não gostava de ser considerada uma chave. Então foi até o jardim e sentou-se em um banco de cimento, próximo às rosas negras.
Logo percebeu que havia feito um erro, pois rosas negras, geralmente indicavam que Vincent estava por perto, o que era uma verdade incontestável. Sendo que o mesmo surgiu minutos após. Mas não tentou estrangulá-la, nem feri-la com uma tesoura.
-Eu não mostrei aquela foto a ninguém. – falou Luna. – Você não está nelas, nenhum deles sabe de nada. Pode ficar tranqüilo.
-Então acho que não preciso lhe matar, por enquanto. – disse ele, com um sorriso assassino.
-Ainda não falei nada a eles, por enquanto. – o sarcasmo na frase de Luna era notável.
Vincent foi embora, e pouco tempo depois, uma face conhecida aproximou-se do lugar onde estava, sentando ao seu lado...



Capítulo 11 – Irracional.
-Se você vier pedir “Não fique brava”, com um sorriso despreocupado. Perdeu tempo. – disse Luna.
-Ótimo. – era Break, o plano de Sharon, de alguma maneira dera errado, e Leo, não cumpriu o favor.
Um silêncio estranho parou no ar. A atmosfera parecia sombria e tensa, Luna estava sentada com o cotovelo apoiado na perna, e o queixo apoiado no cotovelo, enquanto que Break estava sentado normal.
-Eu não vou ficar de mal com vocês dois, se é isso que quer saber... – disse Luna, ainda com a cabeça meio abaixada.
-Você obviamente quer saber o porquê de ser uma chave, não é? – ele, mesmo assim ainda sorria.
-Não me importo nem um pouco com isso. Hunpf. Não precisa me dizer nada – era esse tipo de palavras que Luna disse que soaram extremamente falsas.
-Você sabe que Oz-kun é o receptáculo da existência de Jack Bezarius. – Luna virou a cabeça meio contra sua vontade, enquanto Break falava.
-Sim.
-Aquele garoto que você encontrou. Leo Baskerville, ele é simplesmente o receptáculo da existência de Glen Baskerville.
-E o que isso tem a ver comigo? – perguntou Luna, com uma expressão confusa.
-Desde a morte do descendente verdadeiro dos Nightray: Elliot, que era grande amigo de Leo, ele andou com uma espécie de temperamento terrível. Ele passou alguns dias com extrema insanidade. – disse Break, que parou de falar assim que viu a expressão de extrema culpa de Luna.
-Então eu não devia ter falado de Elliot para ele... – disse ela, Break afirmou.
-Mas, de alguma maneira, ele pareceu se tornar seu amigo rapidamente, e graças à influência de Glen, creio que...
-Creio que...?
-Você tem importância para a Pandora. – ele falou, levantando o rosto, e olhando para o céu, depois de alguns minutos, ele abaixou a cabeça novamente. – Mas afinal, você teve que fugir de Vincent, mas, porque você não voltou para cá assim que teve chance?
-Err... Não foi por nada, eu só... Só... Esqueci a minha pulseira no jardim. – ela deu um sorriso tosco.
-Você não sabe mentir... – disse ele, dando uma risada debochada, ela apenas virou a cara.
Outro momento de silêncio permaneceu.
-A verdade é que a Jovem Senhorita disse para mim, quando estava prestes à vir atrás de você, que podíamos aproveitar essa oportunidade para tentarmos saber o que você é, especificamente, para Leo. – logo após ele obviamente iria falar: “E Glen.”, no entanto ele parou porque Luna fez um gemido estranho, e alguma coisa escorreu pelo seu rosto.
Embora a franja que Luna tinha, estivesse cobrindo seus olhos – já que ela estava novamente com a cabeça abaixada – era possível ver que ela estava com uma expressão triste.
-Heh? – ele observou por um momento. – Você está chorando?
-E-eu... – ela quase gaguejava por estar soluçando, realmente parecia estar chorando. – E-eu disse a mim mesma que... Que... Garotas fortes não choram...
-Mas...?
-Pelo visto, eu sou fraca. Mesmo que eu não tenha tido medo de... Morrer em Sablier... Nem de ser assassinada por Vincent... M-mas... – ela levantou o rosto, logo que a franja foi para o lugar, foi possível ver as lágrimas que escorriam pelo rosto dela. – E-eu também sou uma idiota por... Ter medo... De nunca mais ter... Um simples minuto de paz... Sem qualquer história de corrente, Abismo, Cheshire, Glen Baskerville... Eu só... – ela parou de falar um pouco, pois soluçava demasiadamente, no entanto Break lhe abraçou, primeiramente ela ficou surpresa, mas depois, continuou chorando.
-Parece um pesadelo que não acaba, não é? – disse ele, ela ainda estava chorando, mas afirmou com a cabeça.
“Se a simples existência... Causar tanta confusão... Não seria melhor eu ir para o abismo de uma vez? Não. Não em minha opinião. Uma pessoa não pode ser de ferro sempre... Mas eu devo ser um tipo estranho de garota fraca.”
♦️♦️♦️
Ela chorou por um longo tempo, depois Break convenceu-lhe de que era melhor entrar. Sharon disse que deviam ir embora, pois o baile já estava acabando. Depois de acenar dando tchau a Leo, Luna e os outros foram para as carruagens. Quando chegaram à Mansão Rainsworth, havia uma carruagem dos Bezarius para buscar Oz, Alice e Gil. O clima entre Sharon, Break e Luna já estava melhor, sem o ar pesado de desejo de discussões. Logo que entraram na Mansão foram direto à seus quartos, estavam claramente cansados. Luna, logo que entrou em seu quarto, nem se deu ao trabalho de tirar o vestido de gala, apenas deitou-se e pronto. Passou a dormir.
♦️♦️♦️
-Cheshire... – ela estava obviamente sonhando com sua corrente, era a primeira vez, em milhões, que observava Cheshire calmamente, e parecia ter algo familiar nele. –Huh? – Luna olhou para o rosto de Cheshire, ele tinha um olho muito semelhante ao de alguém... Extremamente parecido, ela aproximou-se dele e afastou sua franja do rosto, que lhe revelou uma cena não muito agradável.
Ao tempo em que fez isso Cheshire parecia estar totalmente cheio de sangue, parecia que ele tinha sido esfaqueado por uma enorme espada, logo depois, ela parecia conseguir sentir sua mesma dor, e ao tempo em que uma risada esquizofrênica banhou o local, Cheshire repentinamente tentou estrangulá-la.
♦️♦️♦️
-NANI?! – ela acordou de seu pesadelo gritando, mas logo pôde ver que, o sol já havia nascido, levantou-se e depois de trocar de roupa, colocando seu típico vestido, ela foi até a sacada de seu quarto, onde viu, lá embaixo, Break conversando com um homem que usava óculos, e era obviamente, um membro da Pandora...


-----------------
P.S.: omg, recém q eu pude ler o chap 64 do mangá cry
Ain, vou ter que tornar o Jack alguém mais tenso x)
Vai ser um problema D: Porque eu tenho essa fic até o capítulo 26 aqui nesse site de fics:http://www.fanfiction.com.br/historia/138497/Sweet_Dreams_Little_Dear ...
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MensagemAssunto: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear - Cap. 12 & 13   Qua Out 12, 2011 9:11 pm

Capítulo 12 – Silêncio Por Favor.

“Eu decidi, de uma vez por todas, lembrar do que eu já esqueci. Se perceber, eu acho que, estava em Sablier, acho que isso quer dizer que eu tenho, calculando realmente, algo entre 113 ou 114 anos? Não gosto de pensar desse jeito, é muito... estranho. Porque, no afinal de contas, fisicamente, eu pareço ter algo entre 16 ou 15... Mas, em todo caso, prefiro não pensar muito nisso...”

Ela saiu do quarto, caminhou pelos corredores até o exterior, onde Sharon tomava algo muito típico como café da manhã: chá. Luna sentou-se junto com ela, mesmo que já estivesse enjoada de tanto chá, gostava de sentar-se naquela mesa. Depois de um tempo, Break e o homem que Luna tinha visto pela sacada, chegaram ao local, Sharon cumprimentou-os alegremente, enquanto que Luna ficou fazendo uma careta estranha, e logo após olhou para Sharon com uma expressão de “Quem é esse???”

-Ah! Luna-chan, esse é Liam Lunettes, um membro da Pandora. – Sharon o apresentou.

-Eh... Luna Bon Ventury, prazer em conhecê-lo. – disse Luna.

-Eu e Break-kun vamos à cidade, por acaso, alguma das Senhoritas quer ir também? – perguntou Liam, ao contrário de Sharon, Luna disse que sim.

“Cidade... Na cidade deve existir alguma biblioteca, e existindo alguma biblioteca, é bem possível que exista algum registro histórico sobre Sablier e antigas famílias... Hoje é meu dia de sorte!”

-Nós vamos sair em seguida. – disse Liam.

Os dois se distanciaram em direção à carruagem, Luna levantou-se para ir junto...

-Uh... Adorável... – disse Sharon, em um tom de deboche. - Você não consegue ficar longe de Xerxes Nii-san, não é, Luna-chan?

-NANI?! – Luna virou para o lado de Sharon. – Mas eu realmente preciso ir à cidade, eu preciso ir à biblioteca, Sharon-chan! – enquanto Luna falava, Sharon apenas ria.

-Ventury-san! – era a voz de Liam, chamando-a para entrar na carruagem.

♦♦♦

-Huh... – Luna suspirou de cabeça baixa, com as mãos apoiadas no joelho.

-Então Break, desde aquela vez, não aconteceu mais nenhum acidente com Sharon envolvendo Vincent, certo? – disse Liam, iniciando um assunto, pois o ambiente estava extremamente quieto.

-Acidente? – perguntou Luna, curiosa.

-É, acidente. – disse Break, lembrando da vez em que Vincent envenenara Sharon e Echo, e fez com que ele destruísse o laço de Cheshire. – E, a resposta é não, Liam.

-É muito longe, a cidade? – perguntou Luna.

-Nem tanto, em breve chegaremos, Ventury-san. – disse ele.

-Chame logo ela de Luna-chan, como todos chamam, Liam. – disse Break, Luna olhou para ele com certa vontade de esganá-lo, mas como tinha muito controle sobre si, apenas baixou a cabeça novamente.

-Tudo bem, então.

-Afinal, Luna-chan, o que você veio fazer na cidade? – perguntou Break.

-Ah! Tem uma coisa que eu queria perguntar! Eu vim para ir na biblioteca, se é que tem alguma biblioteca... – disse ela.

-Ah, claro.

-Ou eu poderia falar com Rufus Barma... – disse ela, Break lhe olhou como se ela estivesse dizendo algo realmente grave. – Mas ele é muito irritante pelo que sei... Então prefiro a biblioteca.

-E o que pretende fazer lá? – perguntou Liam.

-Veremos se lá tem alguns registros sobre a Tragédia de Sablier e sobre algumas das famílias que foram dizimadas por questões políticas. – respondeu Luna, Break sentiu as últimas palavras como uma facada dolorosa.

♦♦♦

-É adorável! – disse Luna com os olhos brilhando, encantadoramente semelhantes aos olhos pedintes de um cachorrinho abandonado. – É tão grande e a arquitetura é extremamente ornamentada!

-Sério, Break, ela nunca veio aqui? – perguntou Liam, indignado com o comportamento da garota, Break apenas riu.

Passou algum tempo até Luna parar de admirar as coisas e voltar para junto de Liam e Break. Eles deixaram-na na frente da biblioteca, e depois, cada qual foi fazer suas tarefas e afazeres. Na rua, antes de chegar à biblioteca, Luna encontrou Oz, e seus dois fiéis companheiros: Alice e Gil. Ela ficou conversando com os três o tempo suficiente para Liam terminar o que estava fazendo e voltar à carruagem. Depois de conversar com o trio, ela finalmente entrou na biblioteca.

Eram milhares de estantes de livros, com alguns milhões de livros, todas cheias, parecia que ninguém gostava de ir ali, já que a maioria das pessoas tinham sua própria biblioteca em casa. Ela então começou a caminhar por entre corredores de estantes, e em um canto, ela viu alguém familiar, pegando um livro da estante da seção de “Ficção”. Era Leo, ela foi calmamente até perto do mesmo.

-Olá Leo-chan! – disse ela em voz de altura normal.

-Xiu! É uma biblioteca, tem que fazer silêncio. – disse ele, Luna ficou como se tivesse rachado a cara. – Além disso, que história é essa de colocar “chan” no meu nome?

-Eh? Eu coloco “chan” no nome da maioria das pessoas que eu conheço, tipo Sharon-chan, Alice-chan, Break-chan, Oz-chan, e agora, Leo-chan. – disse ela, dando um sorriso despreocupado em seguida.

-*suspiro de cansaço*

-Leo-chan... Por acaso você sabe onde fica a seção de “História”? Ou sei lá, qualquer coisa que possa falar sobre a Tragédia de Sablier...

-Tudo bem. – disse ele, seguindo para outro corredor, Luna foi atrás.

Em pouco tempo chegaram à tal seção de História. Luna parecia estar babando pela quantidade de livros que havia, por que, obviamente acharia alguma informação. Ela caminhava pelas estantes observando os livros.

-O que você quer saber sobre Sablier, afinal? – perguntou ele.

-Na verdade, não é sobre Sablier... Eu quero saber também, mas não é o mais importante... – disse ela. – Também vou ver as famílias antigas daquele tempo...

-Hum...

-KYAAAAAA! – ela deu um grito por ter achado algum livro, tirando-o da estante rapidamente.

-Ei, é uma biblioteca lembra? – disse ele, repreendendo-a.

-Ah! Eu sei! Eu sei! Mas, olha só! Olha só! – ela parecia realmente animada. – Eu encontrei um livro! História da Música!!! – ela mostrou o livro.

-Heh?! – ele olhou para o livro com os olhos brilhando, depois ela abriu e os dois começaram a ler.

-Ah! Tem até sobre os grandes maestros e musicistas de todos os tempos, Leo-chan! – disse ela, Luna notou que Leo carregava uma pistola.

-É incrível, porque eu nunca pensei em procurar esse tipo de livro na seção de história?! – comentou Leo.

-Além disso, você me fala para ficar quieta porque é uma biblioteca, mas estar com essa pistola aqui parece mais absurdo do que falar alto.

...

Enquanto os dois pareciam dois loucos com o livro, uma pessoa observava da janela.

“De algum modo, parece que o plano da Jovem Senhorita vai dar certo...”

Mas, no entanto, quando os dois se lembraram que estavam como se fossem melhores amigos de novo, um foi para cada lado, e Luna jogou o livro para Leo – quase na cara. A atmosfera se tornou sombria.

“Ou talvez não.”

Luna encontrou um livro sobre as famílias antigas, e sobre a Tragédia de Sablier, tudo era muito superficial, mas teve um nome de uma família nobre que lhe chamou a atenção: “Chains”. Depois de ler, e achar uma foto do Duque muito familiar, ela pegou o livro para guardar, encontrando, involuntariamente, um livro sobre assassinos famosos e suas correntes. Mesmo que não fosse seu objetivo, ela o abriu e começou a dar uma olhada.

Leo já havia ido embora, um pouco depois dela encontrar os livros, e a porta principal, da biblioteca agora deserta, foi aberta, revelando Break-kun. Ela folheou o livro, vendo alguns assassinos que, suas correntes eram Grim’s, Dragões e Cavaleiros, os mais variados tipos existentes. Luna folheou o livro novamente.

-Luna-chan! – disse ele, acenando, de longe, ela acenou de volta.

Break foi até a mesa onde Luna estava sentada e sentou-se também. Ela folheou uma outra página, enquanto um silêncio pairava no ar. Quando ela parou em uma página que mostrava a corrente do assassino da próxima página, ela lembrou-se vagamente do terrível pesadelo que havia tido. A corrente era uma espécie de armadura alva, um cavaleiro, com uma enorme e grandiosa espada, alva também. Ironicamente o nome da corrente era Albus.

Ela pareceu ficar com os olhos arregalados. Mas, não era nada comparado ao que veria na próxima página. Ela ficou tão abalada com o pesadelo porque parecia que poderia ter sentido aquela espada perfurando-a como em Cheshire. Logo que ela terminou de folhear a página, ela leu sobre o assassino: Kevin Regnard. Logo após que viu a foto, ela petrificou, e ficou olhando com extremo espanto que até mesmo Break percebeu.

“Nani?! Que semelhança é essa, cruel... Que ele tem com Break-chan?”

Quando conseguiu se mexer, passando o choque inicial, ela parecia estar com um ataque nervoso, pois olhava para a foto do livro, e depois olhava para Break, que estava sentado à sua frente.

-O que foi? – perguntou ele.

-Heh?! – Luna estava parecendo pensar em uma desculpa racional. – Nada...

-É sério, eu já disse que você não sabe mentir. – ela fez uma careta emburrada. – O que foi que você viu aí no livro que te deixou assim? – ele foi levando a mão para pegar o livro.

-Huh?! – Luna fechou o livro milímetros antes de Break alcançá-lo. – Err... – Break estava com uma expressão que era possível descrever como “reticências”. – Err...

-Ah, fale logo.

-K-k... – ela parecia estar com dificuldade para falar. – Kevin Regnard.

-*chocado* - Break pegou o livro, encontrou a página e simplesmente arrancou de lá, Luna ficou chocada por ele ter arrancado a folha. – É uma longa história... Realmente longa.

-Longa... História... – disse ela, tentando compreender. – Quer dizer que você e... Ele... São... A mesma pessoa? – perguntou ela, Break afirmou.


~~~~~~~~~~~~~~~~

Capítulo 12 – O Duque Barma.

“Eu deveria estar com medo. Medo de que Break-chan, quer dizer, Kevin-chan, quer dizer, não importa. Medo de que ele ainda fosse um assassino, mas... Eu não estou...”

-Eh... – Luna estava um pouco menos chocada.

-Você parece surpresa. – disse ele.

-M-m-mas... No livro falava que ele viveu, quer dizer, você, quer dizer, tanto faz... Viveu dez anos após a Tragédia de Sablier. – disse ela espantada.

“Mas Break-chan é tão alegre e nunca se preocupa com nada – exceto quando parece ser sombrio – mas, de qualquer modo eu deveria me preocupar por ele ter sido um assassino? As pessoas matam outras para suas correntes pois elas prometem alterar o passado, mesmo que na maioria das vezes, não como a pessoas desejava...”

-Claro, mas você sabe que quando alguém vai para o abismo, não pode voltar a seu próprio tempo... – disse ele.

-Hum... – ela pareceu refletir, além de pensar uma outra coisa. – Break-chan, acho que é melhor... Irmos agora, certo? – disse ela, indo até a porta principal.

Os dois saíram para fora. Luna perguntou à Break onde estava a carruagem, ele respondeu que Liam devia estar no teatro, tratando de algum assunto com Rufus Barma, Luna olhou para ele incrédula, como se estivesse com uma expressão de “Mentira... Liam serve ao Duque Barma”.

Enquanto caminhavam pelas ruas, avistaram Oz, Gil e Alice novamente, como de costume, Break parou para irritar Gil, enquanto Luna entrou em uma loja com Alice e Oz. Logo depois Luna viu a carruagem que havia trazido-os para a cidade.

-Ei. Break-chan. – disse ela, cutucando-o, já que ele estava entretido com a irritação de Gil. – Aquela é a carruagem que nos trouxe? – logo em seguida ela apontou.

-Sim.

-Então ali é o teatro? – perguntou novamente, ele afirmou. – Eu vou avisar Liam, tudo bem? Espero você lá. – logo em seguida Luna saiu saltitante.

Ela já estava distante, próxima a porta principal do teatro. Os outros três lhe olharam com uma expressão “tensa”.

-Eh... Palhaço... – era a voz de Alice.

-O quê você quer Alice-kun? – disse ele.

-Tem certeza de que é seguro deixá-la falar com o Duque Barma? – continuou Oz. – Mesmo que ela seja mil vezes mais calma que Alice, quer dizer, você entendeu...

♦♦♦

Luna acabara de fechar a enorme porta, e agora dera alguns passos observando ao redor. O ambiente era um pouco sombrio, mas adorável. Ela chamou umas duas vezes por Liam. Nada. Ouviu um ruído em um dos camarotes existentes no local, mas permanece parada, apenas observando cautelosamente.

-Não é certo entrar sem permissão. – era a voz cansada do Duque Barma, o tempo era pouco, então, ele não pôde criar uma ilusão.

-Nani?! – ela virou rapidamente. – Ah... Eu estava procurando por...

-Liam. Sim, eu sei. – disse o homem, descendo as escadas do camarote, no entanto sua voz podia ser ouvida.

-Creio que você seja Rufus Barma. – disse ela, o homem já devia estar no fim da escada. – Meu nome é Luna Bon Ventury. Por acaso, Liam já...

-Ainda não, Srta. Ventury. – disse, ele, em poucos segundos chegou ao local onde Luna encontrava-se, ela pôde ver então, o famoso Duque Barma, um homem de cabelos vermelhos, olhos azuis cansados, com uma roupa que ela considerava “não muito bonita”. – Hum... – ele pareceu encará-la. – 1,70... Certo?

Ela era um pouco mais alta que o Duque Barma. Ela se impressionou por ser mais alta que o Duque Barma, também teve vontade de rir por causa disso. Mas o Duque encarou-a com uma cara séria.

-Você parece ser excêntrica, solitária Srta. Chains Ventury... – disse ele.

-Nani?! – disse ela. – Você está brincando comigo, por acaso? Meu sobrenome é Bon Ventury, Duque Barma.

-Porque eu estaria brincando com você? Afinal, você realmente sabe qual o seu primeiro sobrenome?

-Err... – ela olhou para o lado, tentando desviar o assunto.

-Em todo caso... – disse ele, sentando em uma das poltronas existentes ali. – É como aquela corrente sem pingente que você carrega no bolso.

Luna congelou, ficou petrificada, pareceu suar frio também. O Duque Barma olhou para ela e deu um sorriso vitorioso, ela levou à mão ao bolso do casaco que vestia (falando nisso, ela estava com uma camiseta branca, um lenço semelhante ao de Break e Gil, um casaco roxo com botões pretos, comprido, uma saia que era centímetros acima do joelho, meia-calça listrada e uma bota rasteira de cano alto.) e tirou uma corrente sem pingente, prateada.

-Bom auto-controle, se você tivesse uma personalidade semelhante à daquela sua “amiguinha” corrente, já teria me dado um soco, certo?

-...

-Está faltando um pingente há muito tempo, não acha que deveria comprar um? – disse ele. – Em formato de... Coração.

-E porque eu faria isso...? – disse ela, com uma expressão confusa quando, repentinamente, a porta principal abriu-se, Rufus novamente sorriu vitorioso.

-Luna-chan, encontrou Liam? – era a voz de Break, ele caminhou em direção à Luna e Barma, ela estava claramente petrificada, ainda observando a tal corrente, e Barma, ainda sentado.

-Olá para você também Break. – disse Barma. – Liam está lá fora.

Luna olhou para Barma incrédula. “Imbecil, ele mentiu pra mim. Humpf!”. Liam surgiu na porta, dizendo à Rufus que iria levá-los à Mansão Rainsworth , logo em seguida chamou “Break” e “Ventury-san”.

-Chains... – disse Rufus, antes dos três irem embora. – Lembre, se é familiar.

-Pode deixar. – disse Luna, em voz baixa, ela parecia claramente perturbada, e enquanto caminhava, observava a corrente sem pingente.

“Que raios ele quis dizer com isso?! Argh! Isso dá nos nervos... Mas Chains... Chains, de acordo com o livro era uma família nobre, que assim como a Sinclair, foi exterminada por questões políticas... Em todas as opções, Barma é um grande idiota...”

-Eh. Isso é uma corrente? Porque não tem pingente algum? – perguntou Break, chamando a atenção de Luna, que estava com uma careta estranha e furiosa. – Você devia comprar um pingente.

-Você acha, não creio que ela tenha alguma importância...

-Que tal um pingente em forma de flor, ou... Coração? – quando Break terminou de falar, Luna olhou para trás, como se fosse matar Rufus.

♦♦♦

-Break-chan... – disse Luna, os três já haviam chegado à Mansão Rainsworth, e Liam voltava para a carruagem. – Você disse que eu sou importante para a Pandora, mas, afinal, quando eu vou entrar na Pandora?

-Ah! Isso... – disse ele. – Ojou-sama mandou um relatório sobre isso há poucos dias à Base.





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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Qua Out 12, 2011 10:42 pm

ebaa continuação ♥

está incrivel!
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Qui Out 13, 2011 4:34 pm

Eu i no Nyah!Fanfiction! <3333 Está linda, eu não comentei!»? Se não, gomen nasai~!!! Devo.me ter esquecido T^T

Está linda a fic, não pares, onegai!! *-*

akfgkhgdfaks Chegaste às 300 mensagens MadEmily!! ksafgdsjkfsg o Break está tão smexy <333
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Qui Out 13, 2011 8:46 pm

Minto-chan escreveu:
Eu i no Nyah!Fanfiction! <3333 Está linda, eu não comentei!»? Se não, gomen nasai~!!! Devo.me ter esquecido T^T

Está linda a fic, não pares, onegai!! *-*

akfgkhgdfaks Chegaste às 300 mensagens MadEmily!! ksafgdsjkfsg o Break está tão smexy <333

Esqueceu sim D:
Mas obrigada *-* E que bom que está gostando yaaay

@MadEmily

Obrigada X3
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Sex Out 14, 2011 6:31 pm

de nada ^-^
adoro fanfics longas ♥

@minto

waaa *o* que perfeitoooo!
nem quero mudar de rank ♥

sou ph member weeee

ta parei!
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MensagemAssunto: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear - Cap. 14 & 15    Sab Out 15, 2011 3:57 am

Capítulo 14 – Registros da Pandora
Uma Semana Depois...

-Luna-chan!
-O que foi? – disse ela.

-Aqui, pegue. – era Break.

-O que é isso, Break-chan? – disse ela, abrindo a caixinha. – HEH?! M-m-mas... Isso é... O pingente símbolo da Pandora! Só membros podem... Tê-lo.

-Certo. Agora você pode usá-lo naquela corrente sem pingente!

-Isso quer dizer que... Sério mesmo? – perguntou ela, ele afirmou com a cabeça, em seguida ela tirou a corrente do bolso, e colocou o pingente, depois ficou olhando para ela com uma expressão nostálgica.

-Quer que eu coloque? – perguntou Break, Luna parecia distante.

-Tá bom. – disse ela, Sharon entrou serenamente no salão.

-Luna-chan, como você já uma integrante da organização Pandora, você terá que nos acompanhar na reunião hoje.

-Ah! Claro.

Depois de estar com a corrente com o pingente, e em seu pescoço, Luna foi até a sacada, viu que estavam organizando as coisas para irem à sede da Pandora. Break e Sharon desceram ao térreo, ela para terminar de arrumar suas coisas, e ele para terminar de organizar a carruagem. Depois de um longo tempo, foi chamada para acompanhá-los.

♦♦♦

-E então... O que vamos discutir em Pandora afinal? – perguntou Luna, na carruagem junto com Break e Sharon.

-Ah... Tem um pequeno detalhe... – disse Sharon. – Você vai poder ficar somente na primeira audiência. A Segunda, não. Pois você ainda é uma integrante muito recente.

-Tá bom então. – disse Luna cabisbaixa.

-Mas pelo menos você vai rever Oz-kun, Alice-kun e Gil. – disse Break.

-É... De um modo é bom. – disse Luna. – Leo, Echo e Vincent também vão estar lá?

-Exatamente, todos lá. – disse Sharon.

♦♦♦

Os três desceram da carruagem, deviam estar quase atrasados, e como estava um pouco frio, todos estavam no interior da base da Pandora e minutos depois, assim o fizeram. Logo que entraram, viram todos indo à Sala de Reunião, e foram para lá também.

A reunião primária demorou quase uma hora, e depois, alguns dos membros da Pandora tiveram que sair do local, deixando apenas os Duques e alguns membros. Assim como Luna, Oz e Alice saíram do local, juntamente com Gil. Vincent e Echo também. Ela ainda não havia visto Leo.

-Oz-kun, Gil-kun, Alice-chan! – disse Luna, acenando ao trio, que estava em um dos corredores.

-Luna-chan! – Oz acenou de volta, assim como Alice e Gil.

Ela caminhou um pouco mais rápido para acompanhar o trio, enquanto caminhavam pelos corredores, talvez em direção ao pátio. Começou a andar do lado de Alice.

-Você veio com Break-chan e Sharon-chan obviamente. – comentou Oz. – Então, porque você estava na reunião?

-Ah. – Luna estava com a corrente com o pingente da Pandora escondida por baixo do casaco que usava, ela o deixou a mostra. – Nova integrante de Pandora apresentando-se! – disse, logo em seguida, com bom humor.

-Que ótimo! – disse Oz.

-Mas você ainda não pode ficar nas reuniões em que Break e Sharon estão, certo? – perguntou Gil, ele não costumava conversar muito com ela, já que Oz e Alice o faziam demasiadamente.

-Certo. – disse Luna. – Eu sou uma integrante muito “recente” como disse Sharon-chan...

-Então, você vai ir para o pátio também? – perguntou Alice.

-Pode ser. – respondeu Luna. – Ainda bem que desta vez Sharon-chan não me ameaçou com um leque de papel, para me obrigar a colocar vestidos compridos.

-Heh? – Alice olhou para Luna com uma expressão de igualdade. – Ela também faz isso com você?

-O que você acha? – disse Luna, sarcástica.

Chegaram em frente a porta que dava ao pátio, mas esta estava emperrada e não abria, Luna foi para perto da janela, Vincent e Echo vinham pelo corredor, e mais atrás, Leo. Parecia que todos gostavam daquele pátio. Como estava frio, não era possível ver através da janela.

Em pouco tempo todos estavam tentando abrir a porta, inclusive Echo, mas Luna ainda tentava observar o exterior pela janela. Ela viu algo que nunca tinha visto em sua vida inteira – pelo que lembrava – e não acreditou.

-Eu estou tendo alucinações. – disse Luna, e vendo que de jeito algum conseguiam abrir a porta, saiu da janela. – Leo-chan! – chamou, ele apenas virou. – Você ainda tem aquela pistola?

-Eh... Tenho. – disse ele.

-Certo, pode me emprestar? – disse ela, ele lhe alcançou a pistola, neste momento até Liam, que dera uma volta para ver se tudo estava bem, apareceu, e justo no momento em que Luna deu um tiro na fechadura da grandiosa porta, todos olharam para ela com espanto, e Liam chegou correndo.

-V-Ventury-san... A porta estava apenas trancada...

-Ah... Err... Não faz mal não é? – disse ela, o que fez Liam parecer enlouquecer.

Ela chegou à porta, abriu-a com empolgação e quando simplesmente saiu para fora...

-HEH?! – ela espantou-se. – Neve...

-Neve?! – disse Liam, indo ao pátio e tirando os óculos para limpar suas lentes.

-AH! NEVE! – disse Luna, bem dizer, gritando, primeiramente, um floco de neve caiu no seu nariz, e depois ela saiu correndo e atirou-se no chão, alegremente, fazendo um anjo de neve. – Eu nunca, tinha visto neve!

Oz e Alice fizeram o mesmo que Luna...

♦♦♦

Ela levantou-se e sentou-se apoiada na parede, Oz e Alice ainda estavam deitados na neve. Gil conversava algo com Vincent, que estava acompanhado de Echo. Leo estava sentado, com um livro.

-Leo-chan! – acenou, sentando perto dele, ele apenas olhou para ela e deu um oi.

Ela lembrou-se da sua conversa com o Duque Barma, e como Leo lia muito mais que ela, talvez ele soubesse de algo.

-Posso perguntar uma coisa? – ele olhou para ela como se dissesse não, mas ela continuou. – Chains, uma família nobre, sabe alguma coisa sobre ela?

-Ah... – ele suspirou, mas depois fechou o livro. – Consta em alguns livros que “Chains...” Era uma nobre família, um pouco estranha, por ter um poder pouco conveniente... Ela foi dizimada pouco tempo depois da família Sinclair... Sem dó, nem piedade... Os serviçais da mansão... O casal Chains... E a filha única deles... Foram mortos.

-Mortos? E, por acaso...

-A Duquesa Chains, alguns dos registros da Pandora dizem que ela era prima de Jack Bezarius.

-Registros da Pandora? – disse ela, confusa e curiosa.

-É, isso, se quer ver devia perguntar ao tio de Oz, Oscar Bezarius. – disse ele, Luna levantou e foi até Oz, que sentou, ela perguntou se depois poderia pedir ao tio dele para ver esses tais registros. Ela se dava bastante bem com Alice, e ainda mais com Oz, considerava os dois como bons amigos.

------------------------------------------------------------------------------

Capítulo 15 – Corrente Invasora

-Oz-kun! Alice-chan! – disse Luna, correndo na direção deles, que sentaram na neve.

-Luna-chan! – disse Oz. – O que quer?

-Leo-chan falou sobre alguns registros da Pandora, por acaso você saberia onde fica? – perguntou ela.

-Ah! Uma vez eu vi Tio Oscar entrando em uma sala trancada com bastantes cadeados enormes. – continuou Oz. – É uma sala perto daqui, um pouco depois da biblioteca da Pandora.

-Uh... – Luna pareceu pensar. – Poderiam me levar lá? – ela insinuou que Alice iria junto também. – Se não for incômodo, claro.

Oz levantou da neve em um pulo, Alice levantou um pouco mais calma, parecia estar com um pouco de frio. Eles seguiram pelo mesmo corredor que haviam percorrido algum tempo atrás. Oz e Alice levaram Luna por entre os corredores variados e em pouco tempo chegaram à uma porta trancada.

-Oz-kun, você poderia tentar persuadir Liam-kun, não acha? – disse Luna, com olhos brilhantes.

-Eu? – disse ele, confuso.

-Ah, ta bom, podem ficar observando se Liam vai aparecer? – disse Luna, com um sorriso no rosto. – Vou abrir esta porta, mas se Liam-kun ver ele vai falar “Ventury-san, não devia fazer isso” e depois contar aos duques.

Oz foi para uma extremidade do corredor, Alice para o outro, ficaram vigiando, enquanto que Luna encarou a porta cheia de cadeados. A coloração de seus olhos mudou, como quando ela chamava Cheshire, mas desta vez, o cadeado abriu-se, e Cheshire não surgiu no local. Ela chamou Alice e Oz, que por fim, entraram no local.

♦♦♦

-Então, como eu ia dizendo, creio que essa relevância seja de crucial importância, então temos que nos certificar de que ela continue viva... – era a voz de Sharon.

-O que você quer dizer com isso Srta. Rainsworth? – era a voz de Oscar Bezarius, o tio de Oz.

-Acho que ela que ela está dizendo que precisamos fazer um teste com essa garota. – disse Cheryl Rainsworth.

-Na verdade, até que realmente devíamos fazer isso, o quanto acha que ela agüenta? – era a voz do Duque Bezarius.

-No fim das contas. – disse Break. – Não é só Jack Bezarius que a Vontade do Abismo respeita, não é mesmo?

-A Vontade do Abismo pode gostar demasiadamente de Jack, mas ela não faria nada que entristecesse a ele. – disse Rufus.

-O que você está insinuando, Ruf? – disse Cheryl. – Por acaso você está querendo dizer que...

-Não exatamente. – disse Rufus. – Eu tenho apenas uma teoria, se quiser confirmar, reveja a história da Tragédia de Sablier.

A porta abre-se, revelando Liam, que havia voltado para a reunião.

-Desculpe a demora. – disse Liam. – Estava tentando acabar com a confusão no térreo. – ele tirou o óculos, deixou em cima da mesa de reunião e em seguida deitou a cabeça ali, cansado, depois virou-se para Break. – Acredita que Ventury-san atirou de pistola na fechadura... E ainda disse que está tudo bem.

-Mas está tudo bem. – disse Break, para Liam, dando uma risada no momento seguinte.

♦♦♦

-Oz-kun! Alice-chan! – disse Luna, empolgada, abrindo a porta, depois de ter aberto os cadeados com uma parcela de seu poder, eles foram até onde ela estava.

-Como você conseguiu abrir essa porta, Luna-chan? – perguntou Alice.

-Uma pequena ajuda.

-Cheshire? – disse Oz, insinuando a possibilidade, Luna afirmou.

A sala era pouco conveniente, porque havia livros abertos, papéis espalhados, arquivos e todo tipo de documento existente. Procuraram durante bastante tempo, não acharam nada que poderia insinuar a tal família Chains. Então se prepararam para voltar ao pátio.

♦♦♦

Em um corredor próximo, dirigindo-se também ao pátio, estava Vincent, que levava alguns papéis amarelados do tempo, ele estava com um sorriso um pouco insano.

♦♦♦

O trio chegou ao pátio novamente, os três estavam um pouco cansados, a neve ainda estava por lá, caindo lentamente, a brisa que passou pelo local foi o suficiente para causar um arrepio gélido em todos, a maioria entrou, apenas Luna, Alice e Oz ficaram do lado de fora, mas um tempo depois, Oz falou que ia procurar por Gil, que estava na parte interior, e Alice foi junto com ele.

Luna ficou sozinha do lado de fora, deitada na neve alva, como se estivesse em uma serena eternidade, isso seria o momento suficiente daquele dia. Até que ela ouve um ruído estranho. Ela levanta rapidamente, e vê uma pessoa fechando a única porta que dava para o interior da Pandora: Vincent. Algo começa a surgir no pátio, tentando derrubar um dos muros que cercavam o pátio.

-Vincent! – disse ela, correndo o mais rápido possível para a porta, tentando chegar lá antes que Vincent fechasse-a. – Vincent! – sua tentativa falhou, e agora ela batia na porta aos socos para tentar abri-la.

O ruído aumentou e uma sombra surgiu, era uma corrente, um cavalo branco enorme e lustroso. Seus olhos eram heterocromáticos, um prata e outro dourado/ouro. Luna o encarou, apenas petrificada, e quando ele tentou atacá-la, ela esquivou para um lado, o que fez com que a corrente atacasse uma das paredes, chamando a atenção dos que estavam em reunião, todos correram à sacada para ver o que acontecia no pátio, e todos, sem exceção, ficaram espantados com a corrente, ainda mais nos domínios da Pandora.

Quando Liam preparou-se para mandar as correntes típicas dos membros simples da Pandora, Rufus interrompeu-o.

-Vocês queriam um teste, não é verdade? – disse Rufus. – Aí está.

No pátio, Luna esquivava rapidamente dos ataques da corrente, sendo que em uma das vezes ela conseguiu chamar pela sua suposta corrente: Cheshire.

Um dos ataques do cavalo branco acertou-lhe a perna, o que fez com que se esquivasse mais lentamente, e que corresse quase mancando, enquanto Cheshire fazia quase todo o trabalho duro por ali. Em alguns minutos longos e vários ataques ofensivos e defensivos, Cheshire pareceu ferir fatalmente a corrente, mas o cavalo branco não tombou, e seu ferimento curou-se, depois de um tempo, Cheshire conseguiu fazer o mesmo corte grandioso, mas desta vez, Luna encarou o ferimento da corrente, com um sorriso um pouco lunático, o ferimento da corrente começou a sangra demasiadamente, muito mais que o normal. Em pouco tempo sangrando, a corrente voltou para o abismo, mas no último instante, Luna caiu ajoelhada, Cheshire estava, alguns passos, atrás dela. Ela parecia estar triste e não com dor.

-Byron... – disse ela, com um sentimento de culpa.

"Aquela corrente era... A antiga corrente de alguém que eu conheci..."

Logo em seguida mais correntes invadiram o pátio, mas enquanto os duques e membros observavam a cena da sacada do segundo andar, Luna não se movia, parecia estar petrificada. Como ela não reagiu, Liam chamou Break, para os dois irem abrir a tal porta trancada, e ajudarem. Oz, Gil e Alice estavam observando tudo de uma das janelas do térreo.

-----------------------------------------
P.S.: Eu acho que vou ter que diminuir um pouco a altura da Luna .--.
Os personagens são muito baixos se imaginá-los perto dela, tipo a Sharon (:O) ou o Leo (principalmente o Leo, porque ele aparece mais na história :x)
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Seg Out 17, 2011 2:01 am

Capítulo 16 – O Chapeleiro, a Lebre de Março e Cheshire Cat. (Festa do Chá)
“-Byron... O que foi que eu... Fiz...? Eu... Matei você...?”

Liam e Break tentavam destrancar a porta, que por ironia havia sido bem fechada, e isso dificultava aos dois. Vincent estava agora na sacada junto com os Duques e membros da Pandora. Luna ainda estava ajoelhada no chão, quando uma das outras correntes invadiram o local, ela ordenou que Cheshire fosse atacá-la, com um pouco de dificuldade, levantou-se.

Olhou para cima, para a sacada, onde estavam os duques e os outros.

“Eles adoram isso... E não fazem nada para ajudar. Idiotas...”

Várias correntes invadiram o pátio, Luna fazia o possível para esquivar, já que realmente havia machucado a perna, e isso dificultava a ela, já que assim, andava e esquivava mais lentamente. Cheshire estava indo bem, lutando sem muitos ferimentos. Uma corrente semelhante à Albus surgiu, tomando dianteira em frente aos outras, mas ao contrário de Albus, ela era uma armadura negra, como a noite sem lua.

Liam estava quase conseguindo abrir a porta. A armadura negra, conhecida como “Nyx” avançou, não na direção de direção de Luna, mas na direção de Cheshire, que estava de costas, atacando outra corrente.

-CHESHIRE! – disse ela, em alto e bom som. – Saia daí seu Gato Idiota! – ele não obedecia então ela começou a caminhar lentamente, mas extremamente rápido para quem estava com a perna machucada. – Cheshire!

Ela se jogou na frente da corrente, completamente, e quem levou o ataque foi ela. Que caiu no chão, deitada. O sangue na neve era uma visão aterradora, espantosa. A corrente se afastou para tentar ir à direção da sacada onde estavam os Duques. Mas uma mão sangrenta segurou-a, impedindo de prosseguir em frente. A corrente simplesmente deu uma espécie estranha de tapa na mão de Luna, o que fez com que ela ainda fosse jogada alguns metros longe.

Ela estava deitada na neve, mas não do jeito que gostaria.

“-Argh... O... que foi isso? Foi sua vingança, Byron?”

Cheshire estava ao lado dela, de pé, foi quando ela segurou do braço dele, e levantou-se com extrema dificuldade. Ela caminhou mancando, durante um tempo, em direção a corrente negra.

♦♦♦

-Ela é louca?! – disse Oscar, indignado.

-Não creio que seja isso. – disse Rufus.

♦♦♦

Ela segurou novamente do braço da corrente negra. A corrente virou prestes a dar-lhe o mesmo tapa outra vez. Luna segurou com força seu braço.

-A-agora... Você vai me ouvir. – disse ela, com dificuldade. – A-Alyss... E-está ouvindo, sua lunática esquizofrênica! – disse ela, perto do capacete do cavalheiro negro. – Pare de chorar... S-sua idiota.

“-Você disse que ninguém iria me ouvir, quem está ouvindo agora, é você.”

-V-você pode fazer o que quiser... – disse Luna. – Mas, eu não vou morrer tão fácil... – ela deu um de seus típicos sorrisos sombrios e lunáticos, seus olhos mudaram outra vez. – Volte para casa. – a corrente negra começou a ir afundando no chão.

Ela olhou para a própria corrente, por um tempo pequenino, em seguida fora ouvida a porta sendo aberta, finalmente conseguiram destrancá-la. Ela ainda estava de pé, e ainda vinham mais correntes.

-Bom trabalho. – disse ela, à Cheshire, que minutos depois, evaporou.

Ela não conseguia mais manter a existência permanente de Cheshire, não machucada daquela maneira.

-Luna-chan! – era a voz de Break.

-Ventury-san! – e Break era seguido de Liam, que por fim era seguido por Alice, Oz, Gil e Leo.

Ela virou para acenar para eles, mas minutos depois que virou, o sorriso despreocupado em seu rosto – pelo qual escorria um pouco de sangue pelo canto da boca – fora sumindo aos poucos até que ela caiu ajoelhada, e em seguida, deitada, quase sem consciência.

Os seis correram para ajudá-la em tempo.

♦♦♦

“Eu perdi a consciência, outra vez?! Ah... Isso está se tornando rotineiro, mas fazer o quê... Um momento, eu estou desmaiada, mas mesmo estando desmaiada eu devia estar aqui?”

Ela via-se em um local bonito, algo como um jardim, muito semelhante ao local em que fora encontrada por todos no início de sua “aventura”, ela estava parada em um corredor, observando o jardim com curiosidade, e um homem loiro, com os cabelos presos em uma trança comprida e com olhos esmeralda estava apoiado na árvore que havia ali, no centro do jardim.

Ela caminhou até o meio do local, e aproximou-se dele, era Jack Bezarius. Ao contrário de todas as outras vezes, ele parecia um pouco pensativo.

-Você se parece muito com Oz-chan. – disse Luna.

-Ah! Olá! – disse ele, a expressão pensativa sumira repentinamente de seu rosto, dando espaço à um sorriso alegre.

-Jack-kun... O que aconteceu há cem anos atrás? – disse ela, se apoiando na árvore também. – De verdade, o que houve?

-Ah... É um assunto um tanto delicado, não acha? – disse ele, ainda com um sorriso.

-Hum... Tudo bem! Não precisa contar nada! – disse ela. – Ah! Eu gostaria também de saber outra coisa, Jack-kun. E creio que essa pergunta você possa me responder...

-E qual seria? – perguntou ele.

-Quando Vincent me prendeu do lado de fora do pátio da Pandora, eu vi ele com os papéis que falavam sobre a Família Chains. – disse ela. – Porque ele me odeia tanto assim, ao contrário de Alice, eu não zombei dele... Eu acho.

-Fique tranqüila, ele não é um mau garoto. – disse Jack. – Acho que ele apenas quer que tudo permaneça como está. Ele não quer que as coisas mudem. Mas você poderia pedir à Gilbert para conseguir aqueles papéis para você, não acha?

-É uma boa ideia. – disse ela. – Mas, eu não sei porque tanta fixação em esquecer, eu não acredito que ele não queira saber de tudo o que aconteceu há tempos atrás. Mas, para ele querer me matar, é sério, eu nunca falei mal dele? – disse ela. – Pode falar, Jack-kun, eu sei que eu vivi no mesmo tempo que você, isso não vai me afetar.

-Acho que você até era boa com ele. – disse Jack. – Acho que era a bondade nobre de Aaron, que você herdou. Nenhum dos dois lembra, mas você falou à Vincent que olhos heterocromáticos eram legais, e o olho vermelho dele não era uma maldição...

-Ao contrário de Alice... – disse ela, pensativa.

-Isso mesmo...

Um breve momento de serenidade e quietude pairou no jardim. Luna pegou um botão de rosa vermelha da roseira ao lado de onde estavam.

-Jack-kun... – disse ela. – O que você é? É meu amigo? Meu conhecido? É meu parente? – Jack deu uma risada e não respondeu.

Depois de um tempo, a consciência dela pareceu ir voltando, até que ela ficou entre o intermediário da realidade, e do local onde estava com Jack, ela via três faces conhecidas: a de Oz, a de Alice e Break.

-Acho que você deve ir logo, não é? – disse Jack. – Eles devem estar te esperando.

-Uh... Okay... – disse ela. – Quando você falar por Oz de novo, lembre-se de mim, certo? Vamos poder conversar melhor. – disse ela, entregou a rosa a Jack e correu para o corredor do qual havia vindo. Antes que pudesse voltar ao estado de “semi-consciência” algo chamou sua atenção.

-Uma Mansão na Floresta. No meio do bosque. Devia procurar por lá. – disse Jack, acenando.

♦♦♦

-Uh... – Luna foi abrindo os olhos aos poucos, estava com ataduras em seus ferimentos, e conseguia movimentar a perna um pouco melhor, ela olhou em volta antes de sentar na cama. Avistou Alice, Oz e Gil em um sofá que havia no quarto, e Break em uma poltrona ao lado do criado-mudo da cama. Os quatro haviam adormecido...



-------------------------------------


Capítulo 17 – Laços Sanguíneos

-Que simpático. – disse ela, sussurrando para não acordá-los, pegando um dos copos d’água que estavam no criado-mudo para beber.

O barulho do copo acordou Break, que estava do outro lado do criado-mudo, ele observou em volta lentamente, enquanto os outros três ainda dormiam e Luna tomava água.

-Olá Break-chan! – disse ela, depois de tomar dois goles d’água, mesmo que seu rosto estivesse um pouco arranhado, a expressão que estava estampada em seu rosto era despreocupada, não parecia que ela havia sido ferida, se os machucados em seu rosto estivem totalmente invisíveis, seria possível dizer que ela não sofreu hematoma algum com o combate.

-Ah, olá. – disse ele, ela tomou mais um pouco de água, enquanto Break tentava chamar a atenção dos outros dorminhocos, sem sucesso.

-Eu iria dizer “Bom Dia”, mas eu nem sei se é dia na verdade... – disse Luna, tomando outro gole d’água, desta vez mais prolongada. – Afinal, que lugar é esse?

-É um dos quartos da sede da Pandora... – respondeu ele.

-Hum... Certo. – disse Luna, colocando o copo sobre o criado-mudo outra vez. – O que houve depois? Depois que eu desmaiei, foi quando me trouxeram para cá, não é?

-É. – disse Break.

-Aquilo no fim das contas era um tipo de prova, não era? Os duques não ajudaram nem um pouco, ficaram apenas observando... – disse Luna, acomodando-se na cama, sentando-se contra o encosto. – Está tudo certo, creio que passei, eu acho. Mas... Um tempo antes daquilo, eu fui atrás de algo que Barma-sama disse a mim, algo sobre tal família Chains, e hoje, quando eu, Oz-kun e Alice-chan estávamos procurando pelos registros dessa família em Pandora, eles simplesmente não estavam lá, mas mais tarde, quando fui trancada por Vincent, eu vi que ele estava com os papéis... Eu preciso encontrar uma maneira de tirá-las de Vincent...

-Entendo...

-Mas, então... – ela pareceu referir-se logo em seguida aos três dorminhocos no sofá lilás. – Acha que eles vão acordar em breve?

♦♦♦

-Jack? – era a voz de Oz, em algum lugar de sua consciência, ele realmente havia adormecido, e estava no mesmo lugar onde sempre via Jack Bezarius.

-Ah! Oz-chan! – disse Jack, sorrindo, com alguma coisa na mão. – Fazia muito tempo que não nos falávamos, não é?

-É realmente... – disse Oz, depois percebendo o objeto cintilante e carmesim que se encontrava por entre os dedos de Jack. – O que é isso?

-Ahn? – perguntou Jack, só depois percebendo do que Oz falava. – Ah! Isto aqui? – ele abriu a mão e mostrou o objeto à Oz. – É uma rosa, uma rosa vermelha.

-Essa rosa... Passa uma impressão tão sonhadora, estranha, despreocupada e excêntrica. – disse Oz, fitando atentamente a rosa. – E “solitária” também. De algum modo me faz lembrar alguém...

-Alguém como Ventury-san?

-Eh... Isso... Mesmo... – disse Oz, um pouco indignado.

-Parece estranho não é? Vou lhe contar uma coisa, mas guarde segredo, tudo bem? – disse Jack, Oz afirmou que sim com a cabeça. – Essa garota que a jovem senhorita da Casa Rainsworth fala ser a chave para a quinta porta para o abismo, você acreditaria se eu contasse a você que ela viveu dois anos junto com os Bezarius?

Oz arregalou os olhos.

-Sua família foi dada como morta, depois de um acidente, ela teve de ir para a casa da única família que lhe restava, uma família por parte de sua mãe, na época, pouco notória.

-A Nossa família, os Bezarius?

-Exato. – continuou Jack. – Era algum tempo antes da tragédia de Sablier. Em frente aos outros, e quase sempre ela era uma pessoa educada, admirável, afável e bondosa, sendo que ela até disse palavras bonitas para Vincent, em relação a seu olho vermelho. Ela era considerada estranha e excêntrica pelas outras meninas de sua idade. Ela sempre chorava sozinha em algum canto da casa, ou do jardim. De algum modo, ela era solitária também, a razão não era ter perdido sua família, mas sim por si própria, ela gostava de estar sozinha. De algum modo ela parecia sentir-se bem “fazendo com que os outros se sentissem bem”, fazendo com que os outros tivessem as esperanças luminosas que ela estava perdendo aos poucos. No entanto ela sempre secava as lágrimas e seguia para algum outro lugar. Eu até via como se ela tivesse progredido, pois isso foi perto do fim do primeiro ano que ela esteve conosco, sendo que no primeiro, ela era uma espécie de “Princesa do Gelo”, fria e anti-social. Uma vez eu a levei para ver Alice, mas ela se perdeu no caminho em que íamos, por ter ouvido uma bela melodia, e acabou encontrando com Glen, ele ainda não estava em seu estado de loucura. Ela elogiou sua música e depois mentiu que estava indo embora. Ela conhece Alice, ela conhece Vincent e Gil, Glen Baskerville.

-Isso é interessante...

-Mas no fim das contas, a verdade do “por quê” dela conseguir domesticar as correntes, eu não sei, além disso... Tem outra coisa que você precisa saber, Oz-chan... – disse Jack, Oz afirmou com a cabeça, e a rosa desmanchou-se em pétalas que foram levadas por uma brisa que sabe se lá de onde veio. – Aquela garota... Ela era... Minha prima.

-Heh?!

♦♦♦

-NANI?! – era a voz de Oz, que chamou a atenção de Break e Luna, sendo que o loiro acordou repentinamente.

-Oz-kun... – disse Break.

-Oz-chan! Err... O que foi isso? – disse Luna.

-Bem... Err... Eu... Eu... Eu... Jack... Você... Prima... – disse Oz, confuso.

-O quê? – perguntou Luna, Break fazia uma expressão estranha em quanto colocava uma bala na boca.

Oz abaixou a cabeça. Seus cabelos ficaram sobre seus olhos, impedindo de serem vistos. Gil e Alice não acordaram, mesmo com toda a agitação. Break ficou observando a cena com cautela, e Luna observava curiosa.

-Oz-chan? – disse ela, levantando da cama e caminhando com a perna manca até o local onde Oz estava ela cutucou seu ombro. – Oz-ch...

Oz abraçou repentinamente Luna. Alice começou a acordar, e ficou com o mesmo espanto infernal que Break, ao ver aquela cena, Gil observava sem entender nada.

-O-o que é isso Oz-chan? – perguntou Luna.

-Oz foi dar um passeio. – disse ele, em uma voz mais grossa que o normal, soltando Luna (esta que foi para perto de Alice, Break e Gil), Oz recuou alguns passos, levantando um pouco o rosto, fazendo assim com que pudessem ver que na verdade, não era Oz, mas sim Jack.

-Jack. – falou Luna baixinho.

-Há quanto tempo... Prima. – ele referiu-se claramente à Luna.

Todos no quarto, exceto Oz, é claro, ficaram espantados, aterrorizados com o que havia se procedido...



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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   Seg Out 17, 2011 9:20 pm

nya, cada vez melhor :3
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MensagemAssunto: Re: [Fanfic] Sweet Dreams Little Dear   

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